13 de jun de 2012

Tenho observado que existe um tipo de “conversinha” aparentemente cheia de boas intenções que, no final das contas, se revela repleta de pequenas malignidades e deturpações — uma verdadeira “mistura de estações” — servindo para impor e concretizar a apostasia profética final.
Os episódios que presencio são, geralmente, em língua portuguesa do Brasil, mas me parece que esse fenômeno está ocorrendo por todo o mundo: gente que até aparenta piedade (alguns se esforçando para isso, outros nem tanto…), revestida de falsa razão e se recusando até mesmo a considerar as argumentações contrárias, por mais fundamentadas na Palavra que possam ser!
Uma das frases mais “desafiadoras” que esses legítimos filhos do inferno utilizam para “confrontar” aqueles que discordam de suas práticas satânicas é mais ou menos essa:
“Você (que confrontou / expôs / discordou de qualquer uma das minhas práticas, por mais biblicamente abjeta que isto possa ser) já jejuou quantos dias neste ano? Quanto tempo por dia você fala ou passa com o Senhor?”…
Pode parecer uma simples questão de confronto, mas há uma legítima armadilha dos infernos contida nessa pergunta… e alguns correm risco por não saber discernir e nem se esquivar.