30 de jan de 2011

Imaginem esta situação:
Ansiando por uma vida mais saudável, você se matricula em uma academia: no primeiro dia é recebido por um amistoso e animado professor que, a despeito de quaisquer anseios que possam te corroer, começa a explicar minuciosamente sobre algum aparelho da academia:
brainWeights
“Dentre as três modalidades do levantamento de peso básico, hoje, em sua primeira aula, gostaria de apresentar o supino!

O aparelho supino serve para exercitar, principalmente, os músculos peitorais maiores, mas também atua em outros músculos como o deltoide, o serratil anterior, o coracobraquial e o tríceps braquial. Existem variações criadas para trabalhar outros subgrupos de músculos…”

Apesar da aula não conter as respostas específicas às suas questões, a sucessão de informações acaba sendo relativamente interessante: a forma quase apaixonada com que o professor informa sobre as variações, o modo de utilização, a postura correta, os resultados que poderão ser obtidos na postura, na circulação… você mal pode esperar para “cair dentro” e por em prática tanta teoria!
Só que, ao concluir o falatório, o professor simplesmente observa que seu horário acabou: agradece pela presença e pela escolha daquela academia, te acompanha até a saída e se despede prometendo que na próxima aula será ainda melhor!
Frustrado e ainda com tantas dúvidas, você parte com ainda mais questões do que quando chegou…
Seus vizinhos te veem chegando em casa com roupas de academia e… afinal, o que isso tem a ver com as igrejas? Simplesmente TUDO!!!

20 de jan de 2011

   É agora que vão passar mesmo a me chamar de maluco, mas… não tenho alternativa: normalmente relato fatos publicados na mídia e evito expor subjetividades como base do que escrevo, mas dessa vez aconteceu algo bastante estranho que mudou (ou ampliou) a forma como interpreto os eventos climáticos.
   Antes de apresentar minhas considerações, é justo que lhes relate o episódio que ocorreu comigo no dia 09 de janeiro passado:
   Era tarde de domingo e o calor incomodava muito: aproveitei para tomar um “banho de borracha” (ou “de mangueira” ou “de bica” ou conforme a região do país onde o leitor se encontrar…) enquanto lavava o quintal.
   A água, morna por causa do sol forte, estava bastante agradável e, com tudo bem limpinho, deitar no chão e olhar para o céu era a melhor opção diante do verdadeiro forno em que se transforma minha casa nesses dias.
   Muitas pipas no céu, aviões na rota de aproximação para pouso no Galeão… e, de repente, um susto: em um nível extremamente mais alto do que qualquer rota de aviação que já tenha visto consegui enxergar um pequeníssimo objeto!

4 de jan de 2011

Bradesco Vanguarda 02   Os benefícios oferecidos aos clientes do banco Bradesco são tão fantástico que os colocam em posição de vantagem sobre a maior parte do resto da humanidade: novas medidas na área de segurança vão revolucionar o mercado e, muito provavelmente, os qualificará como precursores de uma tecnologia que será seguida por todos os outros bancos!
   Enquanto isso o banco Santander também busca fazer uma revolução através de sua proposta de que, juntos, banco e sociedade possam construir um nova e melhor estrutura mundial.
   Para validar seu movimento, passou a destacar na mídia as ideias altruístas e ecológicas que algumas pessoas apresentaram ao mundo… pena que essa “novidade” seja coisa muito velha e é meu papel, como o “desagradável de plantão”, revelar qual foi a primeira ideia a entrar como concorrente nesse processo:

3 de jan de 2011

professor-rivaldo   Sei muito bem que há gente que me odeia… e não é pouca gente não!
   Uma das acusações preferidas por estes é a forma como respondo algumas das “carinhosas” mensagens que recebo: alegam que não demonstro amor, que sou arrogante, que “mato na unha”…
   Mas, particularmente, vejo que “falta de amor” seria deixar um suposto cristão seguir vivendo na ignorância… não que me julgue o dono da verdade, mas o pouco de Bíblia que muito me esforcei para aprender e compreender tem que servir para alguma coisa e, através deste blog, tento emprega-lo na edificação do corpo de Cristo através da exortação.
   E exortação é ação de mão dupla, ou seja, quem exorta obviamente também pode ser exortado.
   Aqueles que se relacionam comigo nas várias redes sociais existentes sabem que meu orgulho não é fundamentado em mim mesmo, mas na descoberta das verdades e confirmação das profecias registradas na Bíblia: se há gente que torce e se emocione ao assistir um filme, mesmo sendo pura ficção, porque eu não posso me emocionar ao ver as profecias bíblicas se cumprindo? É errado ter orgulho de ver o Pai Celeste cumprindo Sua Palavra?
   Nesta primeiríssima postagem de 2011 vamos nos deparar com um morto-vivo particularmente pernóstico, cujas primeiras acusações decidi publicar como comentário na postagem anterior e a leitura, tanto da manifestação inicial quanto da resposta que ofereci, é importante para que se possa compreender o ponto de onde é iniciado o presente discurso: