Imaginem esta situação:
Ansiando por uma vida mais saudável, você se matricula em uma academia: no primeiro dia é recebido por um amistoso e animado professor que, a despeito de quaisquer anseios que possam te corroer, começa a explicar minuciosamente sobre algum aparelho da academia:
“Dentre as três modalidades do levantamento de peso básico, hoje, em sua primeira aula, gostaria de apresentar o supino!
O aparelho supino serve para exercitar, principalmente, os músculos peitorais maiores, mas também atua em outros músculos como o deltoide, o serratil anterior, o coracobraquial e o tríceps braquial. Existem variações criadas para trabalhar outros subgrupos de músculos…”
Apesar da aula não conter as respostas específicas às suas questões, a sucessão de informações acaba sendo relativamente interessante: a forma quase apaixonada com que o professor informa sobre as variações, o modo de utilização, a postura correta, os resultados que poderão ser obtidos na postura, na circulação… você mal pode esperar para “cair dentro” e por em prática tanta teoria!
Só que, ao concluir o falatório, o professor simplesmente observa que seu horário acabou: agradece pela presença e pela escolha daquela academia, te acompanha até a saída e se despede prometendo que na próxima aula será ainda melhor!
Frustrado e ainda com tantas dúvidas, você parte com ainda mais questões do que quando chegou…
Seus vizinhos te veem chegando em casa com roupas de academia e… afinal, o que isso tem a ver com as igrejas? Simplesmente TUDO!!!

