13 de nov de 2011

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   Nem sempre as notícias mais cabulosas, de coisas que acontecem na Europa e América do Norte, são os principais indicativos de que estamos mesmo vivendo os últimos dias: já sabemos de cor e salteado que americanos e europeus vivem a decadência do sistema religioso que chamamos de “cristianismo nominal”.
   A apostasia, como uma serpente traiçoeira, vai engolfando muitos cristãos e sufocando a sã doutrina: templos são vendidos para bares e boates, a frequência aos cultos diminui… e as novas gerações não encontram mais o calor, a comunhão e o ensino da Palavra de Deus.
   Escândalos de todos os matizes, de roubalheiras a adultérios, de corrupção a pedofilia, passando pela aceitação de homossexuais (não apenas como membros, mas até como pastores!) queimam o filme do Evangelho a cada dia.
   E para piorar, agora se misturam explicitamente com cultos pagãos, como veremos a seguir.
IGREJA EVANGÉLICA AMERICANA CULTUA DEUSA ÍSIS EM BUSCA DE “UMA MAIOR COMPREENSÃO” DE DEUS
   (Segunda, 7 de novembro de 2011) - Uma igreja luterana da Califórnia organiza, de 11 e 13 de novembro, uma conferência que terá uma sessão de “meditações dirigidas” por uma “sacerdotisa” da deusa da fertilidade egípcia, Isis.
   A quinta “Conferência Anual de Fé e Feminismo” será realizada pela Igreja Luterana Ebenézer, de São Francisco, que tem um curioso apelido: herchurch (igreja dela), por pregar a “identidade feminina de Deus”, uma espécie de deusa-mãe – prática comum aos adeptos da chamada “Nova Era”.
   No site da igreja luterana é possível ler:
   “Somos uma comunidade diversificada, alicerçada na tradição cristã, com o propósito de recriar a imagem do divino como mulher. Nossas orações e nossa liturgia feminista remontam à tradição de invocar nomes como Mãe, Shaddai, Sophia, Ventre, Geradora, Aquela Que É. Isso só é possível por nossa uma visão renovada da natureza do Evangelho, guiados pela elevada sabedoria de Jesus”.
   Loreon Vigne, autointitulada alta-sacerdotisa do Oásis de Isis (um templo pagão fundado por ela, em 1978, em Geyserville, Califórnia) explica:
   “Para mim, Isis é a Mãe Natureza, que abrange tudo com suas asas. É uma deusa alada, que abrange todos os outros deuses, de todas as culturas do mundo”.
   Sobre sua participação num evento realizado em uma igreja cristã, ela ressalta:
   “A meditação dirigida é aquele momento em que todos os participantes fecham os olhos e você os conduz em uma jornada espiritual. Já levei pessoas a rever suas vidas passadas no Egito, cultura que dominava todos os segredos. Seu principal conceito era ‘conheça a si mesmo, seu coração, sua alma e seu propósito divino’”.
   Ela defende um sistema de crenças baseado no conceito egípcio de equilíbrio, formado por 42 leis ou ideais:
   “É como se fossem os 10 Mandamentos, mas com um conceito mais positivo. ‘Não matarás’, por exemplo, é substituído por ‘Considere todas as vidas como sagradas’”.
   Ela planeja levar outras sacerdotisas para fazer invocações, cânticos e meditações.
   A equipe também faz massagens terapêuticas, leituras de tarô e astrologia.
   O pastor Dan Skogen, de Marion, Iowa, ficou indignado ao saber do evento:
   “Não se pode inventar esse tipo de coisa!”, protestou ele, que se descreve como um luterano cansado de ver a “constante zombaria contra a Palavra de Deus” por parte da Igreja Evangélica Luterana da América (ELCA), que hoje reúne perto de 4,2 milhões de membros, em 10 mil igrejas.
   Skogen não aceita que a igreja venha a “promover a falsa ideia de que a salvação é assegurada a quem não têm fé em Cristo. É um grande afastamento do ensinamento da igreja cristã. Deus deixou claro em Êxodo 20:3: ‘Não terás outros deuses diante de mim’! Mesmo assim, essa igreja traz seguidores de outros deuses para falar e ensinar do púlpito!”
   Outra palestrante do evento é Megan Rohrer (foto), primeira pastora luterana assumidamente transgênero (isto é, uma pessoa que fez operação para mudar de sexo):
   “Acredito que o mundo está muito mais interessado na conexão entre as religiões do que na exclusividade” – afirma Rohrer – “Os cristãos que reclamam disso provavelmente não sabem o que é o paganismo: qualquer coisa que seja diferente do que sua igreja ensine é contra os caminhos de Deus. Isso é algo muito limitado”, acrescenta.
   Mas por outro lado, muitos trilham o caminho do paganismo de forma disfarçada – para quem não presta atenção.
   As serpentes do paganismo se infiltram nas brechas abertas por “líderes” ineptos: aqui e agora mesmo, enquanto nos escandalizamos com a mixagem evangélico-pagã da outra América, “crentes” seguem um roteiro paralelo, cheio de inovações estranhas ao Evangelho puro e simples, colocando penduricalhos esquisitos na Noiva de Cristo.
   Por exemplo:
CASAL DE PASTORES EM UBERLÂNDIA DÁ PASSO DE FÉ PARA ACABAR COM ESTIAGEM DE 5 MESES
   Ramon Fidelis de Souza e sua esposa Renata, da “Comunidade Evangélica Ser Livre” souberam de Joel Engel, conhecido no Rio Grande do Sul como “profeta da chuva”, e o convidaram para orar por chuvas no Triângulo Mineiro.
   Olha o que disse a “pastora”, lembrando uma sacerdotisa pagã:
   “Já fazia uns cinco meses que não chovia… clamamos ao Senhor para que a mesma unção que o acompanha viesse sobre nós como um sinal da aceitação de Deus sobre as nossas ofertas.”
   Isso ela escreveu em seu blog… e relata ainda que, antes mesmo da chegada do “profeta”, as chuvas vieram:
   “E, para a glória de Deus, no dia 11 de setembro, choveu… Cinco meses sem chuva e agora uma maravilhosa chuva regava nossa cidade, uma chuva temporã, pois não tinha previsão de chuva para este mês, Glória a Jesus!”
   O gaúcho só chegou à cidade mineira mais de um mês depois, no dia 29 de outubro, um dia com 37º sem indícios de chuva, mas, enquanto o casal se dirigia para o aeroporto para encontrar “o ungido”, o tempo começou a mudar e as chuvas caíram:
   “No caminho para o aeroporto o tempo sobrenaturalmente começou a mudar, nuvens começaram a se formar e quando o Profeta (sic) chegou à temperatura já estava outra, fortes ventos e sinais de muitas águas. Entramos no carro e paramos onde dava para avistar a cidade e já chovia na direção Sul, exatamente o local de nossa Igreja, que já estava literalmente neste momento sendo inundada com águas dos Céus”.
   Agora eu pergunto: é ou não é um pilantra de marca maior, esse “profeta”?
   Porque é muito fácil orar pedindo chuva no fim de outubro! Quero ver ele orar – e ser atendido – pedindo chuva nessa região, área de cerrado, em julho e agosto!!! Quero ver ele pedir – e ser atendido – para não chover na região serrana no Rio de Janeiro, na Baixada Santista ou nos morros de Belo Horizonte, entre dezembro e janeiro, para que não haja inundações e deslizamentos, com tantas perdas de vidas e de imóveis… Vai lá, “profeta”!!! Eu pago sua passagem (de ônibus, é lógico)!!!
   Engraçado é que o picareta ainda enrolou mais de um mês para chegar na igreja dos otários bem na época do inicio das chuvas… e, mesmo já tendo chovido antes… ninguém percebeu?!?
   E o pior é ver pessoas auto-intituladas “pastores” proferirem heresias como essa: “um sinal da aceitação de Deus sobre as nossas ofertas”… se isso não é paganismo, eu não sei mais o que possa ser!
   Isso é o que as tribos indígenas, mongóis, bosquímanos, esquimós, lapões, tunguskas, apaches, aymarás, yanomamis… TODOS fazem: oferecer um sacrifício aos deuses, esperando agradar a divindade e obter “um sinal da aceitação das ofertas”!
   Depois dessa, qual a diferença entre cristão e pagão?
   Desde quando precisamos dar ofertas a Deus em troca de bênçãos como chuva?
   Nunca leram o Salmo 65 ou o Salmo147?!?
   Unção da chuva? “O tempo sobrenaturalmente começou a mudar”?!
   Ora, se aparecem nuvens de chuva, é fenômeno natural e não sobrenatural… e, com argumentos como os deles, não sei se rio ou se choro…
   E, SÓ PARA FINALIZAR, veja este cartaz de um evento dito “evangélico”, no qual aparece a figura de uma mulher engolindo uma espada (!)…
   À primeira vista, pareceria ser uma atração de circo, mas a interpretação do “artista” que criou essa aberração diz que é:
   “A Igreja, a Noiva, se alimentando da Palavra (representada pela espada) e, ao mesmo tempo, saindo de seu ventre as águas vivas”…
   Pasmem os senhores, mas me respondam: isto é realmente necessário?
   Precisava um desenho tão “nova era”?
   A Igreja precisa disto?
   Não me admira se logo estivermos convidando sacerdotisas de Isis (ou de Ogum… tanto faz!) para ensinar meditação em nossos púlpitos, dando passes em nome da diversidade religiosa e do respeito a “outros credos”, do “diálogo inter-religioso” – bem ao gosto do Vaticano e do Anticristo.
   É por isso que Cristo está do lado de fora, batendo na porta (veja Apocalipse 3:20), mas estamos tão entretidos com palhaçadas que não o ouvimos, e O deixamos lá mesmo.
   Ou talvez até O estejamos ouvindo, mas preferimos não abrir a porta: se Ele entrar, assim como descrito em Mateus 21:12-13 (e confirmado em Marcos 11:15-17 e Lucas 19:45-46) vai descer o açoite em todo mundo!

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