26 de jun de 2011

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   Cientistas viajando a bordo de um navio russo descobriram no Ártico a primeira evidência de que podem estar sendo liberadas na atmosfera milhões de toneladas de metano, um gás do efeito estufa, vinte vezes mais potente do que o dióxido de carbono.
   Dados preliminares da expedição, liderada pelo pesquisador Örjan Gustafsson, da Universidade de Estocolmo, sugerem que grandes depósitos de metano armazenados nas profundezas estão, literalmente, borbulhando na superfície do Oceano Ártico, à medida em que a região se torna mais quente e a sua cobertura de gelo se retrai.
   Os depósitos de metano são importantes porque cientistas acreditam que, no passado, uma liberação semelhante teria sido responsável por uma elevação rápida das temperaturas, gerando mudanças climáticas abruptas que causaram, por sua vez, extinções em massa de plantas e animais.
   Grandes Bolhas no Oceano
   Os pesquisadores, que percorreram toda a costa norte da Rússia, descobriram grandes concentrações de metano em várias regiões que cobrem milhares de quilômetros quadrados da plataforma continental siberiana.
   O fato estaria ligado ao acelerado aquecimento das águas locais nos últimos anos.
   — Descobrimos uma área em que a liberação de metano é tão intensa que o gás não teve tempo de dissolver-se na água do mar, emergindo em grandes bolhas — relatou o pesquisador sueco — Essas “chaminés” de metano foram comprovadas com a ajuda de sensores no fundo do mar e aparelhos que medem a movimentação sísmica.
   Por ser um gás do efeito estufa cerca de vinte vezes mais potente do que o dióxido de carbono, os cientistas temem que a liberação na atmosfera de grandes quantidades de metano venha a acelerar o aquecimento global e gerar um círculo vicioso, no qual as temperaturas maiores aumentariam o derretimento do solo, liberando mais metano, que aceleraria o aquecimento.
   O Gás Que Os Cientistas Temem
   O gás metano é produzido naturalmente pela decomposição de matéria orgânica, entre outras causas.
   Durante milhares de anos ele se acumulou debaixo do solo dos oceanos e foi tirado de circulação por causa do efeito impermeabilizante da camada gelada.
   Como o dióxido de carbono, suas concentrações na atmosfera aumentaram significativamente desde a Revolução Industrial, passando de 700 partes por bilhão (ppb), em 1800, para as atuais 1790 ppb. Muito disso se deve a atividades humanas, como a agricultura (já que ele também é liberado, nos animais, durante a digestão) e a exploração de gás e petróleo.
   Nos últimos dez anos, as concentrações globais de metano se mantiveram estáveis, mas em 2007, pela primeira vez em uma década, foi registrado um aumento que deve se repetir em 2008.
   As “chaminés de metano” foram identificadas graças a uma sonda sísmica utilizada pelos cientistas: a região do Ártico tem apresentado um aumento médio de quatro graus centígrados em suas temperaturas nas últimas décadas, o que acarreta o derretimento das geleiras.
Fontes: Jornal da Ciência (SBPC), Jornal O Globo e Blog Sidney Rezende; todos em 24/09/2008
   Comentário da Notícia
   Que consequências poderiam advir de um cataclismo nas profundezas oceânicas? Algo de efeitos tão devastadores como um terremoto ou a queda de um corpo celeste?
   Não é preciso ser um cientista premiado para imaginar que uma grande quantidade liberada desse gás metano poderia ameaçar a vida marinha em grande escala.
   O que aconteceria se, digamos, um terço da vida marinha fosse exterminada numa hecatombe dessas?
   O que muitos desconhecem é que a Bíblia anuncia que, em algum ponto do futuro, um terço de toda a fauna do mar será extinta:
   “O segundo anjo tocou a sua trombeta, e foi lançado no mar como que um grande monte ardendo em fogo, e tornou-se em sangue a terça parte do mar. E morreu a terça parte das criaturas viventes que havia no mar, e foi destruída a terça parte dos navios... O nome da estrela era Absinto; e a terça parte das águas tornou-se em absinto, e muitos homens morreram das águas, porque se tornaram amargas.” (Apocalipse 8:8, 9, 11)
   Depois, com a intensificação dos juízos sobre o planeta, o restante da vida marinha também é exterminado:
   “O segundo anjo derramou a sua taça no mar, que se tornou em sangue como de um morto, e morreu todo ser vivente que estava no mar.” (Apocalipse 16:3)
   Não sabemos exatamente como se dará essa terrível ocorrência, mas o texto sagrado nos informa que será logo após a precipitação de um corpo celeste:
   “E o segundo anjo tocou a trombeta; e foi lançada no mar uma coisa como um grande monte ardendo em fogo, e tornou-se em sangue a terça parte do mar.” (Apocalipse 8:8)
   Uma interpretação literal apontaria para um evento cósmico de consequências sísmicas devastadoras para o eco-sistema mundial.
   Possivelmente, o cataclismo ocasionado poderia desencadear a emissão maciça de gases que causariam a morte de milhões de criaturas marinhas…
   O que sabemos é que as Escrituras não falham, e coisas que até há pouco tempo pareciam impossíveis agora já se desenham e se anunciam para breve.
   Jesus está voltando!

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