18 de mai de 2011

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   O Islã surgiu com Muhammad bin Abdallah, mais conhecido por Maomé, um pastor de ovelhas e comerciante nascido no ano 570, na cidade de Meca, hoje Arábia Saudita.
   Aos 40 anos de idade Maomé teve uma visão onde o anjo Gabriel lhe revelou o Alcorão, livro sagrado do Islã: Maomé seria o novo e último profeta de Alá, o nome árabe para o mesmo Deus de Abraão e Jesus.
   Islã significa submissão. O seguidor do Islã é chamado de muçulmano, que significa “aquele que se submete a Deus”.
   Maomé faz sua pregação num ambiente de religiões politeístas, mas logo consegue adeptos para a fé no Deus Único.
   Mais tarde é perseguido e ameaçado de morte, e foge de Meca, refugiando-se em Medina, onde fundaria a primeira cidade islâmica.
   Essa fuga ou migração, chamada de Hégira, ocorre a 24 de setembro de 622, data celebrada no Islã como o início de uma nova era, o ano 1 do calendário árabe.
   Maomé morre em 632, quando toda a Península Arábica já é Islamita.
   Hoje o Islã é a maior religião do mundo, com cerca de 1,5 bilhões de fiéis: cresce mais que o cristianismo, especialmente na África e Ásia.
   Lamentavelmente, nos últimos anos o Islã tem sido associado ao nacionalismo político radical, graças a fiéis como Bin Laden, Sadan Hussein, Palestinos e Talibãs.
   A doutrina do Islã está em “Cinco Pilares de Fé”, que todo fiel deve cumprir:
  1. A profissão de fé: “há um só Deus, Alá; e Maomé é seu Profeta” – para se converter ao Islã, basta proferir essa confissão na presença de testemunhas;
  2. A oração ritual, feita diariamente com o rosto voltado para Meca, acompanhada de gestos e genuflexões;
  3. O jejum, especialmente no Ramadã, o mês do perdão;
  4. A esmola, visando a purificação e a gratidão a Deus;
  5. A peregrinação a Meca, que todo islamita deve fazer pelo menos uma vez na vida.
   No dia-a-dia a fé islâmica tem muita oração em casa.
   A sexta-feira é reservada para orações comunitárias e pregação do Alcorão nas mesquitas.
   Festivais anuais reúnem milhões de peregrinos em Meca, onde se cumprem rituais como dar sete voltas na Caaba e andar pelo deserto, lembrando a saga de Ismael, filho de Abraão com a concubina Agar, conforme relatado no livro de Gênesis (capítulos 16 e 21): os árabes seriam descendentes de Ismael, enquanto Judeus descenderiam de Isaque, filho de Abraão com Sara.
   O Cristianismo está próximo do Islã na fé no Deus Único e Todo-Poderoso, Criador do mundo e misericordioso; na herança histórica comum testemunhada no Alcorão e na Bíblia; na crença no juízo final e na ressurreição dos mortos; na crítica à idolatria; na justiça divina manifesta na história e realizada no amor ao próximo e na piedade.
   O Islamismo se afasta do Cristianismo ao não aceitar a Trindade e que Jesus Cristo seja Filho de Deus e Salvador.
   O Islã se considera uma Reforma do Judaísmo e do Cristianismo, e diz que o Alcorão corrige o Antigo e o Novo Testamento; seria uma espécie de “3ª versão corrigida e ampliada” de uma mesma mensagem de Deus.
   Em contrapartida, cristãos não consideram Maomé um profeta, e nem que o Alcorão contenha revelação de Deus.
   A matéria sobre o islamismo é bastante extensa, por isso fizemos aqui apenas um resumo.
   Leia mais sobre Maomé no (excelente) artigo postado em 07/05/2011 no Blog do Adail: “Desmascarando Maomé”, de Geert Wilders.

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