10 de abr de 2011

O TEXTO ABAIXO FOI ESCRITO SOB PERSPECTIVA ESTRITAMENTE BÍBLICA,
PARA O PÚBLICO QUE TEM NA BÍBLIA SUA REGRA DE FÉ E VIDA.

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Recentemente falei sobre futebol e hoje, por pura coincidência dos fatos, voltarei a tocar no assunto.
Desde já peço perdão porque será necessária a utilização de termos vulgares e xingamentos que não estão de acordo com o meu proceder nem com nada que tenha sido escrito por mim até agora… mas, infelizmente, é algo necessário para o desenvolvimento do raciocínio.
Postei, no dia 06 de abril, em minha página no facebook, uma notícia acerca da manifestação de alguns torcedores durante um jogo de Vôlei. Porém a questão persistiu além daquela simples menção e, após assistir o vídeo abaixo, fiquei ainda mais confuso sobre o que pode vir a ocorrer em um futuro não muito distante. Assista:
Ora, a reportagem é bem clara ao afirmar e a própria imagem do jogador não nega que ele assumiu sua homossexualidade: é seu direito legal e meu objetivo nesta postagem não é criticá-lo por sua escolha.
Minha primeira questão é relativa a essa ameaça de “processo por homofobia”. Fui pesquisar no youtube e não foi difícil encontrar muitos vídeos, dentre os quais selecionei alguns para ilustrar o raciocínio.
Por exemplo, no vídeo abaixo podemos testemunhar alguns tipos comuns de ofensa generalizada, facilmente testemunhada não apenas em jogos de futebol, mas na maioria dos jogos em equipe:
Agora vejamos um outro exemplo, em um jogo da copa do mundo de 2006, a torcida xinga fervorosamente o treinador de seu próprio time:
E não apenas quem está em campo é alvo de ofensas! No vídeo a seguir o alvo da torcida é um famoso narrador de eventos esportivos:
Ora, vão me dizer que tais xingamentos são proferidos sem ódio? Vão me afirmar que tais graves ofensas “não passam de brincadeira”?!
Então, ao examinar o registro das tais “manifestações preconceituosas” alegadas pelo jogador Michael e sua equipe… não encontrei absolutamente nada de diferente e nem mais grave do que foi registrado nos vídeos anteriores. Vejam:
Então, diante da iminente instauração de uma lei que, nesse caso, implicaria na prisão de mais de 2000 pessoas sob alegação de homofobia, sinceramente não sei mais o que pensar acerca do que é, afinal, homofobia, principalmente em relação a outros crimes previstos na lei brasileira:
Xingar a mãe de um juiz de prostituta, mesmo ela nunca tendo sido uma: pode!
Xingar de ladrão um juiz de comportamento ilibado: pode!
Ordenar que um jogador (ou apresentador de TV) heterossexual vá praticar sodomia: pode!
Chamar um homossexual assumido de “bicha”… não pode?!? É homofobia?!
Isso implicará, no esporte, que, todas as vezes que um homossexual assumido estiver jogando, a torcida deverá ficar calada? Todos os outros companheiros de equipe poderão ser xingados à vontade, mas quando ele pegar na bola a torcida será obrigada por lei a cantar hinos de louvor e elogiar?
Outro dos temas que figurou a pouco tempo em meu blog foi o vídeo “Encontrando Bianca”  (que faz parte do kit “Escola Sem Homofobia” criado pelo governo e que, a partir desse ano, será exibido nas escolas públicas, para crianças a partir de 7 anos de idade)e que, diante dessa situação, me leva a um outro importante questionamento, vejam:
Se “Bianca” se acha no direito de usar o banheiro feminino por “se sentir mulher”, não seria, por analogia, direito de Michael jogar na liga feminina? Teria de ser criada uma liga exclusiva para homossexuais?
Não estou debochando, mas apresentando dúvidas sinceras e válidas, haja vista que qualquer cidadão poderá ser preso caso não se adeque à nova lei!
E, por falar em punição, não posso deixar de mencionar o “boi de piranha” do momento, o ilustríssimo...
Deputado Federal Jair Bolsonaro!
Vi e revi o vídeo do CQC e a resposta dele à Preta Gil é totalmente desconexa: o que tem a ver ser preto com ser promíscuo?!
A equipe do programa até apresentou o “making of” do polêmico quadro, mas ainda assim tenho minhas dúvidas sobre a espontaneidade apresentada naquele momento: não seria impossível que, a título de pesquisa e preparação, uma lista impressa das perguntas tenha sido entregue a ele? Nessa lista poderia constar o termo “gay”, enquanto na rapidez dinâmica da gravação a verdadeira palavra fosse “negra”?
Por outro lado, seguindo o princípio “Ordo Ab Chao”, não podemos ignorar que o deputado NÃO É um cristão professo! Caso fosse, isso já teria sido exposto e sido motivo para escárnio geral sobre o já escarnecido (até pelo lado de dentro) evangelho.
Diante disso, notemos que uma das bandeiras do movimento homossexual é de que sua condição seja equiparada à dos negros e tal imbróglio foi providencial para causar uma súbita “união” entre as duas causas…
Como já vi muito cristão declarado se prestando a agente do diabo por pura e simples vaidade, não me custa muito desconfiar de que tudo isso tenha sido orquestrado dentro do velho Plano de Seis Etapas, onde todas as partes atuam em prol de um objetivo comum…
Dessa forma, assim como não me uno ao reverendo Moon, não será uma simples “boa causa” que me fará aceitar irrestritamente as ideias de uma pessoa, principalmente sendo ela ligada a área política.
De um jeito ou de outro, o vídeo em que os dois filhos dele aparecem discutindo sobre o assunto me pareceu bastante sensato também:
Quanto ao CQC (cuja abertura é um primor!) e, mais especificamente ao momento em que Marcelo Taz exibiu orgulhosamente a foto de sua filha homossexual, fui levado apenas a considerar o quanto ele é feliz por Louise Brown ter nascido no final da década de 1970…

Digo isso porque, apesar dos homossexuais alegarem relativa estabilidade demográfica gay no decorrer da história, a humanidade seria bem menos numerosa se isto fosse verdade, pois apenas após o sucesso da inseminação artificial é que os seres humanos puseram dispor da opção de gerar filhos sem a necessidade de sexo heterossexual… caso contrário, Marcelo Taz, por exemplo, nunca poderia ser um orgulhoso vovô!
Aliás, unindo agora o que o Bolsonaro falou sobre a criação dos filhos e a informação que o Marcelo Taz deu sobre sua filha, sou levado a crer que realmente possa haver alguma correlação entre todas essas coisas, pois pela idade da filha do Taz, ela deveria se deparar diariamente com ele atuando no castelo rá-tim-bum (ai de quem vier falando que “rá-tim-bum” significa “maldição”…) vestido como professor Tibúrcio (foto de abertura da postagem)… um personagem, sem dúvida, meio estranho!
Novamente peço perdão pelos palavrões utilizados no decorrer desta postagem e, no final das contas, cada um se orgulha por aquilo que pode enquanto eu (que vou seguir o exemplo de Daniel), para não perder o costume, cito a Palavra de Deus:
“Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.” (Romanos 1:16-17)

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