16 de mar de 2011

O TEXTO ABAIXO FOI ESCRITO SOB PERSPECTIVA ESTRITAMENTE BÍBLICA,
PARA O PÚBLICO QUE TEM NA BÍBLIA SUA REGRA DE FÉ E VIDA.

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   A Bíblia Sagrada é auto-explicativa; aliás a regra fundamental da Hermenêutica (interpretação) é que ela seja seu próprio intérprete; entretanto, para compreendermos certas coisas ou fortalecer nossa fé em Jesus Cristo através dos seus ensinos, necessitamos recorrer a Historia extra-bíblica, por exemplo: Nos primeiros séculos da nossa era, havia uma única comunidade cristã. Ora, Jesus havia dito:
   “Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, estarei no meio deles (…) Eis que estarei convosco, todos os dias até a consumação dos séculos.” (Mateus 18:20; 28:20b)
   Origem do papado e do Vaticano
   O cristianismo teve continuidade com bispos, pastores, presbíteros e evangelistas como Lino (que viveu no ano 65); Cleto (em 69); Clemente (95); Justino (no ano 100); Ignácio (110); Papias (ano 140); Policarpo (155); Irineu (por volta do ano 180); Cipriano, bispo de Cartago (ano 247); João Crisóstomo, famoso cristão (350); e outros.
   Entre eles não havia maior ou menor, embora Tertuliano, advogado cristão, tenha acusado o bispo Calixto de “querer ser o bispo dos bispos” (ano 208).
   O Catolicismo Romano começou a tomar forma no ano 325 quando o imperador romano Constantino, “convertido” ao cristianismo, convocou o primeiro concílio das igrejas que foi dirigido por Hosia Cordova com 318 bispos presentes; esses bispos eram cristãos; ainda não havia o chamado “Catolicismo Romano”.
   Constantino construiu a IGREJA DO SALVADOR num bairro nobre de Roma, chamado Vaticanus. Os bispos (papas) de então construíram vários palácios ao redor da “igreja” formando o Vaticano que hoje existe.
   A Igreja recebeu o nome de “Católica” somente no ano 381 no concilio de Constantinopla com o decreto “CUNCTUS POPULOS”, dirigido pelo imperador romano Teodósio. Devido as alterações que fez, deixou de ser apostólica e não sabemos como pode ser Romana e Universal ao mesmo tempo.
   Até o século V não houve “papa” como conhecemos hoje. Esse tratamento terno começou a ser aplicado a TODOS os bispos a partir do ano 304.
   Naqueles tempos ninguém supunha que “São Pedro foi papa”; fora casado e teve ambições temporais.
   Depois dos apóstolos, os líderes do Cristianismo foram os bispos, os pastores e os evangelistas: a ideia de que uma relação de “papas” surgiu a partir de São Pedro, é falsa; foi forjada para hipervalorizar os de então.
   Depois do ano 400, as igrejas viram-se dominadas por cinco “patriarcas”, que foram os bispos de Antioquia, de Alexandria, de Jerusalém, de Constantinopla e de Roma, “útero” que gerou o papado.
   As Igrejas, que eram livres, começaram a perder autonomia com o papa Inocêncio I (ano 401) que, dizendo-se “governante das igrejas de Deus”, exigia que todas as controvérsias fossem levadas a ele!
   O papa Leão I (ano 440) é mencionado pelos historiadores como o primeiro Papa: procurou impor respeito prescrevendo que “RESISTIR SUA AUTORIDADE SERIA IR DIRETO PARA O INFERNO” (…haja heresia!).
   Nessa situação confusa, houve porfia entre o bispo de Constantinopla com o de Roma sobre a liderança do Cristianismo, quando interveio o Concilio de Calcedônia (ano 451), que concedeu “direitos iguais a ambos”.
   O papado, como o conhecemos hoje, desenvolveu-se gradativamente sustentado, a principio, pelo Império Romano e, intruso no Cristianismo, não se enquadra na bíblia, mas é identificado nas Sagradas Escrituras como “chifre pequeno” (Daniel 7:8).
   O Estado territorial do Vaticano teve origem com o papa Estevão II (anos 741-752), que instigou Pepino, o Breve e seu Exército a conquistar territórios da Itália e doa-los à Igreja.
   Carlos Magno, pai de Pepino, confirmou a doação no ano 774, elevando o Catolicismo à posição de poder mundial, surgindo o “SANTO” império ROMANO, sob a autoridade do Papa-Rei. Esse império durou 1100 anos.
   Carlos Magno, já velho e arrependido por doar territórios aos papas, agonizando, sofria horríveis pesadelos e lastimava-se assim: “Como me justificar diante de Deus pelas guerras que irão devastar a Itália, pois os papas são ambiciosos, eis porque se me apresentam imagens horríveis e monstruosas que me apavoram; devo merecer de Deus um severo castigo”.
   O Papa Nicolau I (anos 858-867) foi o primeiro a usar coroa!
   Serviu-se com muito efeito de documentos espúrios conhecidos como “PSEUDAS DECRETAIS DE ISIDORO”, que surgiram no ano 857. Essas falsas “decretais” eram pretensões dos bispos dos séculos I e II que “exaltavam o poder dos papas”! Foram invenções corruptas e premeditadas cuja falsidade foi descoberta depois da morte desse papa: havia mentido que “tais documentos estiveram por séculos sob guarda da Igreja”.
   As “Pseudas decretais de Isidoro” selaram a pretensão do clero medieval com o sinete da “antiguidade” e o papado, que era recente, tornou-se coisa “antiga”. Foi o MAIOR EMBUSTE DA HISTORIA!
   Esses falsos documentos fortaleceram os papas e ANTECIPARAM EM 5 SÉCULOS o poder temporal deles, servindo de base para as leis canônicas da igreja católica.
   Esse embuste ajudou o papa Gregório VII (1073-1085) a decretar o “DIREITO EXCLUSIVO DE GOVERNAR A IGREJA”.
   Em 1304-1305 o rei Filipe IV, da França, enfrentou o papa!
   Devido às perseguições religiosas da igreja e por cobrarem altos tributos dos franceses, o Rei mandou um emissário a Roma prender o pontífice e humilhou o papado até o chão.
   Conduzidos para Avignon, na França, foram tratados como meros instrumentos da Corte francesa de 1305 a 1377. Nesse período o Catolicismo teve dois papas, ambos “infalíveis”: um em Avignon, na França, e outro em Roma, proferindo maldições um contra o outro!
   Com o papa gregório IX (ano 1377) a sede da Igreja voltou a ser unificada no Vaticano e, no século XV, demoliram a IGREJA DO SALVADOR, construindo em seu lugar a Basílica de São Pedro.
   Posteriormente, os papas envolveram-se em guerras que resultaram na prisão do papa Pio VII (1798) por Napoleão Bonaparte.
   Em 1870 o papa Pio IX governava Roma com 10 mil soldados franceses quando a França retirou suas tropas e Victor Emanuelli invadiu a cidade, arrebatando Roma das mãos dos papas. Humilhados, perderam Roma e tornaram-se súditos do governo italiano.
   Até 1929 o papado esteve confinado no Vaticano. Nesse ano, Pio XI e Mussolini assinaram o Tratado de Latrão, legalizando esse pequeno Estado politico-religioso que é controlado pela “cúria romana e governado por 18 velhos cardeais italianos que, por sua vez, controlam a carreira dos bispos e monsenhores”. O papa fica fora dessa pirâmide.
   O Papado é uma instituição italiana que surgiu das ruínas do extinto império Romano; sobreviveu fazendo astutas alianças políticas (como no caso dos francos e de Carlos Magno); sobreviveu pela fraude (como no caso das “Falsas Decretais de Isidoro”); sobreviveu servindo-se dos exércitos dos reis subservientes e também derramando sangue na famosa “Santa Inquisição”.
   Muitos papas foram bons homens: a igreja dos primeiros séculos abrigou muitos santos que, no entanto, viveram fora da influência do Vaticano: entendiam que os tais “vigários de Cristo” eram bem menos santos que aparentavam…
   Atualmente a “igreja” está envolvida na “opção pelos pobres”, procurando distribuir a riqueza dos outros sem tocar nas suas… Com essa opção procuram atrair as massas que perderam.
   O mesmo desespero sofrem na Itália, “onde apenas 25% dos católicos são praticantes, comparando-se com 41% em 1968”: se os papas não conseguem manter a fé católica na Itália, sede da igreja e berço do papado, como esperam realizar isso viajando por outros países?
   Distanciam-se de Cristo, eriçando as classes sociais umas contra as outras e deixam ver que substituíram a mensagem eterna pelas temporais.
   Rendas da Igreja e do Vaticano
   Sem sustento nenhum, por estarem desacreditados, os papas e a igreja sancionaram o blefe, canalizando para seus cofres quantias fabulosas, negociando cargos eclesiásticos e posições que valiam fortunas: cobravam para “canonizar um santo”, naqueles tempos, 23 mil ducados! Hoje, milhões!
   Vendiam relíquias e “pedacinhos da Cruz de Cristo”; negociavam o perdão de pecados mediante indulgências e amedrontavam os “fiéis” com o fogo do Purgatório, que criaram prometendo, com “missas” PAGAS, aliviar essa situação!
   Desconhecendo a Bíblia e o amor de Deus, milhões acabavam aceitando esses expedientes matreiros do Catolicismo Romano.
   O dominicano João Tetzel tornou-se famoso vendendo documentos de indulgências da “Igreja”: negociava uma que “dava o direito antecipado de pecar”! Vendia uma outra, por alto preço, que garantia: “AINDA QUE TENHAS VIOLADO MARIA, MÃE DE DEUS, DESCERÁS PARA CASA PERDOADO E CERTO DO PARAÍSO”! (Meu amigo católico, como você consegue dormir com isto?!?!)
   O Papa Leão X (1518) continuou com o blefe: necessitando restaurar a igreja de São Pedro, que se rachava, utilizou cofres com dizeres absurdos tais como: “AO SOM DE CADA MOEDA QUE CAI NESTE COFRE, UMA ALMA DESPREGA DO PURGATÓRIO E VOA PARA O PARAÍSO”. (Agora já sabemos de onde o Malafaia copiou o seu “almômetro”…)
   O “Purgatório” é o nervo exposto que a Igreja não permite tocar!
   O escritor Cesare Cantu registrou que o Purgatório é a “galinha dos ovos de ouro da igreja” e o ex-padre Dr. Humberto Rodhen disse que, com este e outros expedientes, a Igreja Católica recolhe, por dia, em todo o mundo 500 milhões de dólares.
   Esse lugar de tormento tornou-se comércio espiritual a partir do ano 1476, com o papa Sixto IV: o Catolicismo é a única instituição que “negocia com as almas dos homens” (Apocalipse 18.13).
   Com esse dogma peca duas vezes e cria problemas de consciência para os padres: primeiro por oficializar uma inverdade; segundo por receber dinheiro em nome dela.
   Nunca informam quando as almas deixam esse lugar de tormento; celebram missas indefinidamente por uma pessoa falecida e sempre que um simplório pagar.
   O confessionário, cujo interrogatório “devassa os lares”, serve para vários fins: em Portugal e na Espanha usavam-no para descobrir e informar às autoridades o pensamento político dos generais, confessando suas esposas!
   Nessas “confissões” conseguem legados e doações de beatos e viúvas chorosas que, buscando “absolvição”, podem ser aliciados entregando terras e propriedades.
   “A igreja, no Brasil, tem um vultoso patrimônio imobiliário” - São Bernardo, doutor da igreja e canonizado, dizia – “O clero se diz pastores, mas o que são é roubadores; não satisfeitos com a lã das ovelhas, bebem seu sangue”!
   Influência do Estado do Vaticano
   A influência do Estado do Vaticano e dos papas vem diminuindo dentro e fora. O Geral dos Minoristas, João del Parma, canonizado, registrou que “a cúria romana está entregue à charlatanearia, ao embuste e ao engano, sem dar atenção às almas que se perdem”!
   Vazio espiritualmente, o clero recorre ao artificialismo para conservar o povo ao seu redor: tudo no Catolicismo é muito colorido!
   Se o papa celebrasse as cerimônias civicamente trajado como os pastores das igrejas cristãs, reduziriam em 70% os curiosos; por essa razão a indumentária deles é de espantar: conforme o cerimonial, o papa apresenta-se com a Casula, a Mitra, o Báculo, a Estola, a Meseta, a Batina, o Manto, o Palio, a Roqueta, a Faixa, o Solideo, a Coroa, a Tiara, o Escapulário, as Luvas de seda e os Sapatos de Pelica vermelha, tudo muito colorido e atraente!
   O Papa João Paulo II acrescentou mais uma peça em sua indumentária: “colete à prova de bala”!! Comprou dois deles na empresa americana Armoured Body.
   A “maioria católica", mencionada pelo clero para humilhar as igrejas evangélicas, encontra-se, na verdade, nos países subdesenvolvidos e mal alfabetizados: essas nações devem cobrar do Catolicismo Romano que abraçaram a má situação em que se encontram.
   Por séculos a igreja não alfabetizou, já de má fé, objetivando explorar massas humanas com crendices: impediram povos de examinarem a Bíblia, fonte de progresso e liberdade.
   Quando o clero menciona “religiões minoritárias” esquece milhões de cristãos exterminados pelos papas, retardando sua multiplicação. (Quantos milhões eram os índios no Brasil? Quem os exterminou?)
   Vaticano em seus concílios altera a doutrina cristã
   Dogmas criados pela igreja católica são tão indiscutíveis entre eles que até impedem padres de raciocinar e decidir entre o certo e o errado.
   Muitos baseados em lendas e suposições; outros, impregnados de crendices que rebaixam o nível do Cristianismo; quase todos com fins lucrativos, outros conferem ao clero certa autoridade e influência até que a sociedade fique esclarecida.
   Algumas alterações estranhas as Sagradas Escrituras:
  • Ano 304 d.C.: Os Bispos começaram a ser chamados de papa.
  • Ano 310 d.C.: Introduzidas orações pelos mortos.
  • Ano 320 d.C.: começaram a acender velas.
  • Ano 325 d.C.: Constantino celebra o primeiro concilio das igrejas.
  • Ano 375 d.C.: Adoração de “santos” (ídolos).
  • Ano 381 d.C.: A Igreja cristã recebe o nome de católica.
  • Ano 394 d.C.: Culto cristão é substituído pela missa.
  • Ano 416 d.C.: começaram a batizar crianças recém-nascidas.
  • Ano 431-432 d.C.: Instituído culto a virgem Maria, mãe de Jesus.
  • Ano 503 d.C.: Começa a existir o purgatório. Em 593 d.C.: Foi introduzida sua doutrina.
  • Ano 606 d.C.: Supremacia papal.
  • Ano 709 d.C.: Costume de beijar os pés do papa.
  • Ano 787-788 d.C.: adoração/culto as imagens de escultura.
  • Ano 830-840 d.C.: A Igreja começa a utilizar ramos e a tal “água benta”.
  • Ano 933-993 d.C.: Instituída a canonização de “santos”.
  • Ano 1074 d.C.: instituição do Celibato.
  • Ano 1090 d.C.: Introduzido o terço.
  • Ano 1140 d.C.: Sete sacramentos.
  • Ano 1184 d.C.: inquisição (efetivada posteriormente).
  • Ano 1190 d.C.: instituída a venda de indulgências.
  • Ano 1200 d.C.: A Ceia do Senhor é substituída pela hóstia.
  • Ano 1215 d.C.: instituída a Transubstanciação.
  • Ano 1216 d.C.: instituída a Confissão.
  • Ano 1316 d.C.: Introduzida a Ave Maria.
  • Ano 1415 d.C.: O cálice que era da Santa Ceia ficou só para o clero.
  • Ano 1439 d.C.: Decretado o purgatório.
  • Ano 1546 d.C.: Introduzidos livros apócrifos na bíblia. (Tobias, Judith, Sabedoria, Macabeus I/II, Eclesiástico e Baruque).
  • Ano 1854 d.C.: Anunciada conceição imaculada da virgem Maria.
  • Ano 1950 d.C.: Ascensão da virgem Maria.
   A palavra “protestante” apareceu quando Clemente VII, 1529, tentou impedir que o Evangelho fosse pregado em alguns estados da Alemanha.
   Os cristãos não católicos fizeram um protesto contra essa pretensão do papa e receberam o nome de protestantes, aplicado, hoje a todos os evangélicos.
   A Igreja depois do século IV
No ano 933 foi instituída a “canonização”, distinção que a igreja tem concedido, inclusive, por ato de bravura como matar protestantes e maçons.
   Anchieta, por exemplo, em 9 de fevereiro de 1558, na Baia de Guanabara, ajudou os índios a enforcarem o holandês protestante Jacques Le Balleur e afogar seus companheiros no mar.
   A transubstanciação (hipotética transformação do pão e do vinho no corpo e no sangue de Cristo) foi proclamada pelo papa Inocêncio III (1215).
   Os cristãos resistiram, mas foram derrotados em 1551 por um decreto papal.
   Confronto Bíblia - Catolicismo Romano
   Nos primeiros séculos a Igreja lutou contra os concílios dos papas, mantendo as doutrinas Cristãs originais.
   São Cipriano, bispo de Cartago (249-258), alertava: “não receba opinião diferente das sagradas Escrituras, seja de quem for!”
   São Jerônimo (340-420) dizia o mesmo: “Se estiver escrito recebemo-lo, se não estiver escrito não receberemos, o que eles apresentam como tradição a Palavra de Deus o vergasta!”
   1-ADORAÇÃO
   Bíblia: “só a Deus adoraras e só a Ele serviras”… “em espírito e em verdade”…
   Catolicismo Romano: as imagens têm prioridade por serem os “esteios” da igreja. No rosário há 166 contas, sendo 150 para as “Ave Maria” e apenas 16 para os “Padre Nosso”.
   2-MEDIAÇÃO
   Bíblia: “só ha um Deus e um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo” e Pedro confirmou: “debaixo do céu não há outro nome pelo qual devamos ser salvos”… (1 Timóteo 2:5 e Atos 4:12).
   Catolicismo Romano: Maria, mãe de Jesus e tido como “Medianeira” e até bispos e padres se fazem de mediadores e perdoadores de pecados, como se fosse possível substituir Cristo. Agem como impostores.
   3-ETERNIDADE E SALVAÇÃO
   Bíblia: “Quem crer e for batizado salvo”. “Crê no Senhor Jesus Cristo e será salvo tu e tua casa”… outros… (Marcos 16:15-16 e Atos 16:31)
   Catolicismo Romano: Apesar daquelas palavras de Jesus, Dom Helder Câmara, entrevistado pela revista Veja (nº 867), disse que “não tinha certeza de sua própria salvação”. Se um bispo está nessa situação espiritual, que dizer de um católico comum? Bispos e Padres, quando faleceu Tancredo Neves, proclamaram que “Os anjos levaram a alma de Tancredo Neves para os braços de Deus”. Uma semana depois a igreja deu marcha-ré ordenando missas a favor da alma de Tancredo nas “chamas do purgatório”!
   4-PURGATÓRIO E LIMBO
   São lugares intermediários para onde vão as almas. Esses lugares não existem, mas rendem lucros para a igreja católica; ela não abre mão! Nesse aspecto a igreja foi “hábil” dizendo que no purgatório “os mortos se comunicam com os vivos através das missas”.
   O Limbo, dizem, abriga as almas das crianças que morrem sem batismo, todavia podem receber almas especiais que não vão aquele tormento!
   Nos Evangelhos não constam nada dessas crendices.
   Os que se aprofundam no estudo das Escrituras descobrem que o catolicismo Romano é descrito na Bíblia, de maneira figurada como “uma mulher embriagada com o sangue dos santos e das testemunhas de Jesus” (Apocalipse 17:6), devido às perseguições e à inquisição, cometidas contra os cristãos não católicos.
   A Estrapada
   A Estrapada foi um instrumento de suplício que a igreja católica usou nos tempos da inquisição (500 anos) e tirou a vida de milhares de pessoas inocentes.
   Cardeais e bispos presenciavam o espetáculo; a ocasião era importante, iam queimar 6 cristãos Luteranos; os mais corajosos tiveram suas línguas cortadas para não sensibilizarem os carrascos com suas orações ou citações bíblicas.
   João Huss, reitor da universidade de Praga, Boemia, pregou contra o culto às imagens e mostrou que na Bíblia não havia purgatório; por isso foi queimado vivo em praça publica.
   Por denunciar suas imoralidades (pai de muitos filhos ilegítimos), o papa Alexandre VI (1492-1503), considerado o mais devasso de todos (amante da própria filha, Lucrécia Borgia) mandou enforcar o grande orador cristão, Jerônimo Savonarola.
   John Wicliff, queimado, e muitos outros.
   A Reforma veio em 1517 ao “tocar” da trombeta do Monge Martinho Lutero: vários países se ergueram como gigantes!
   Lutero relacionou a Bíblia com Catolicismo e ficou perplexo; disse ao Papa: “Raciocinemos sobre isto!” e o Papa respondeu: “Submete-te ou morrerás queimado!”
   E tudo isto acima é apenas um ínfimo resumo das práticas anti-bíblicas do romanismo.
   É um grande erro, amigo católico, não conhecer a Bíblia e o poder de Deus!

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