31 de dez de 2010

   … mas, às vezes, a sensação é de que não se consegue chegar em lugar algum!!
corrupto   Esta é a última postagem do ano e venho realizando (comigo mesmo) uma espécie de retrospectiva geral dos temas abordados no decorrer deste inesperado ministério.
   Foram cinco anos de batalhas em busca do conhecimento da Palavra de Deus e em defesa da fé genuína: por mais que os fatos (contra os quais não existe argumentação) sejam expostos, para cada um que atinge o limiar da Verdade, surgem milhares de outros dispostos a viver no engano.
   As heresias e deturpações acontecem de forma tão escandalosa que os servos de satanás estão sendo obrigados a se hierarquizar: os da “ralé”, que criam as armadilhas mais óbvias para pegar o “povão”, são ridicularizados por outros de “nível superior”… todos se passando por cristãos e alguns se afirmando até como “apologetas”!
   O mais incrível é que, se dedicarmos um pouco de tempo realizando uma observação mais detalhada, os elos que ligam estes agentes da apostasia se revelam através das ideias que defendem, conceitos que desposam, grupos e organizações aos quais se afiliam, mentiras que divulgam, omissões que praticam, objetivos que os norteiam… estes últimos são sempre quantidades, seja de público, seja de dinheiro… como se isso fosse sinal indicativo da ação de Deus.
   Muitas vezes as armadilhas estão ocultas nas simples “boas intenções”, como no exemplo a seguir:

29 de dez de 2010

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E foi-se 2010… e esta será a penúltima (e relativamente longa) postagem desse ano.
Agora paro e reflito sobre tudo o que aprendi e tentei expressar ao ler as mensagens enviadas por alguns leitores: muitas delas remetem diretamente a textos publicados anteriormente e me permitem o autoquestionamento, a reavaliação e, daí, a correção ou a reafirmação. No final das contas, a sentimento restante é algo entre a frustração de não ter sido plenamente compreendido e a alegria do aperfeiçoamento constante no manuseio da Palavra de Deus.
Um bom exemplo são as mensagens enviadas por aqueles que buscam pretexto para justificar um tipo de submissão inquestionável (e até mesmo irracional) a algum outro ser humano… sob pretexto de “estar sob autoridade”.
Apresento aqui a continuação do comentário feito por Ian Salgado na postagem “Urnas Biométricas: A Farsa Continua”: