Desde 2005, o administrador eleitoral brasileiro, que curiosamente responde pelo nome de tribunal (TSE), vem implementando seu projeto de construir um cadastro com dados biométricos dos cidadãos brasileiros.
O argumento apresentado ao público desde então é que iria se acabar com o “último reduto da fraude eleitoral”.
Porém, nunca se explicou direito quais eram tais fraudes e qual suas incidências e importâncias.
Também nunca se apresentou um estudo de custos completos do projeto.
Enfim, a verdadeira relação custo-benefício do projeto de urnas biométricas nunca foi revelada à sociedade brasileira.


