
Está ocorrendo um surto de falsos médicos no Rio de Janeiro e isto tem sido amplamente divulgado pela imprensa.
Primeiro tivemos o caso de uma criança que pode ter morrido por ter sido atendida por um
universitário que ainda não havia concluído o curso. Não quero considerar a possibilidade do óbito ter ocorrido por conta da provável tortura que havia sofrido… infligida pelo próprio pai da criança.
Hoje foi alardeado que um
falso obstetra atuou na baixada fluminense e, segundo a imprensa, já vitimou pelo menos umas cinco pessoas. Me questiono quantas possam ter passado por suas mãos e sobrevivido, mas não advogo que isso possa justifica-lo.
Afinal… quais os percentuais de óbitos decorrentes de erros cometidos por médicos diplomados?
O que tem sido mais eficaz na preservação da vida: os médicos, os medicamentos, os equipamentos… ou é tudo uma questão de “sorte”?
Um bom médico em um hospital público (ou seja, sem equipamento) vale menos que um médico ordinário em um hospital particular onde os mais modernos recursos tecnológicos estão disponíveis?
São questões como essas que ficam me incomodando quando penso na importância da qualificação em um nível pessoal, ou seja, como o próprio indivíduo poderia avaliar sua competência não apenas em relação à sua profissão, mas em diversos outros âmbitos.