21 de jan de 2010

Vã FiloSophya (Parte 1)

Vou te deixar quietinho...    Estar vivo não é fácil e em muitas ocasiões chega a ser desagradável: os mortos-vivos não cansam de se repetir nas tentativas de devorar, destruir ou tornar inerte o único cérebro que tenho!
   Conforme havia prometido, após muita reflexão, apresento mais uma série de mensagens com características clássicas dos velhos inimigos da Verdade: uma tentativa de aproximação através da emoção, um fingimento de preocupação, uma disposição para dar conselhos que, no final das contas, são mais ameaçadores que edificadores… e, é óbvio, uma total carência de base bíblica para tudo!
   Dessa vez inventaram até uma despedida bem original (conforme apresentei na última parte de “Lugar Comum”) e desde o primeiro contato já se solicitava que eu não expusesse o conteúdo sórdido desses ataques psico-emocionais.
   Diante da (remotíssima) possibilidade de que não estejamos lidando com mais um dos avestruzes gospel (doravante denominados “mortos-vivos”!) decidi quebrar minha promessa de não publicar o conteúdo das mensagens na intenção de revelar as técnicas de abordagem, elogio, afeto, ameaça e (a principal) de fazer com que o alvo se sinta culpado por algo sem motivo real e nem mesmo base bíblica para isso.
   Ainda assim, optei por preservar o nome (ou pseudônimo) dessa pessoa, pois meu interesse nunca foi o de atacar os indivíduos, mas sim os enganos em que possam estar envolvidos e trabalhando para promover. Vejamos a primeira mensagem:

17 de jan de 2010

A Vida, A Morte e O Senhor Deus

Cranio2a1
Uma das realidades mais desagradáveis para quem, como eu, assume o compromisso de falar e (se esforçar para) viver a Palavra de Deus é o constante risco de perder amigos. Sofro muito com isso e, por mais que tente evitar, acaba sempre surgindo uma situação delicada onde a única opção para não chocar a pessoa estimada seria a de abrandar ou omitir parte da Verdade… mas é possível agir assim diante da atual situação?
Logo após a postagem onde analiso a fidelidade do Senhor Deus em relação aos grandes desastres que estão ocorrendo e vão se intensificar, um jovem autor de blog que me acompanha desde o início do blog (participando ativamente e, por isso, considerado como amigo) se assustou com o peso da mensagem e acabou manifestando sua surpresa e desagrado:
Esperem! Deus estaria criando tragédias para matar suas criaturas?
Como me dói colocar as palavras de um amigo em vermelho, mas há explicação bíblica para satisfazer tal questionamento e é exatamente isso que veremos a partir de agora!

14 de jan de 2010

wagner-montes[1]    Sei bem que alguns vão torcer o nariz quando souberem que normalmente, durante meu almoço, assisto um programa de caráter jornalístico que é exibido no canal da Universal e apresentado pelo (também) deputado estadual Vagner Montes.
   Há, obviamente, um caráter popularesco e paternalista na produção, porém há alguns pontos onde não posso deixar de elogiar a idéia: pelo menos temos um político que mostra a cara todo dia e, mesmo dizendo umas abóboras, apresenta intenção de atuar para a melhora das condições gerais aqui no estado.
   Faço tais citações porque há uma frase que este apresentador fala todas as vezes que algum inocente é ferido e fica hospitalizado por causa dos cada vez mais comuns episódios de violência selvagem que são apresentados. É uma frase bastante utilizada pela população evangélica em geral e, inclusive, encontrada na forma de adesivos colados em vários automóveis: “Deus é Fiel”!
   Essa “máxima” sempre é dita como uma forma de evocar um compromisso que o Senhor Deus teria assumido para com a humanidade, mas… que compromisso é esse? Por que inocentes morrem em tiroteios no Rio de Janeiro e no mundo? Por que há vítimas nos deslizamentos de encostas como os de Angra dos Reis e Ilha Grande? O que dizer dos centenas de milhares de habitantes apanhados pelos terremotos no Haiti?
   Deixou o Senhor Deus de ser fiel? Ou há algum grave engano na interpretação dessa frase?

11 de jan de 2010

Lugar Comum (Conclusão)

seguindoamultido[1]
    Fico vendo os outros blogs cristãos sempre cheios de novidades, falando sobre tantas coisas, envoltos em tantas polêmicas… e todas essas “revoluções” acabam fazendo com que eu me sinta meio deslocado do vigente “padrão de mercado”: meu chamado não é para inventar coisas novas, mas sim para relembrar as coisas que nunca deveriam ter mudado!
   Às vezes chegam pessoas me questionando sobre uns nomes estranhos de gente que escreve, canta, prega… e fico, a princípio, até meio envergonhado por ter que admitir que nunca ouvi falar dessas pessoas, mas acabo me alegrando com isso e explico o motivo: me atenho a apenas ao único, velho e bom livro que deve servir de lastro para um cristão — A Bíblia!
   Tudo o mais que exista ou venha a existir, inclusive meu próprio livro, deve ser provado perante ela e, sem dúvida, nada poderá suplantar sua autoridade, nada poderá alterar seu conteúdo e tudo aquilo que for discordante ou promover a deturpação deve ser descartado pelos cristãos sinceros.
   Alguns podem até achar que isso é preguiça de minha parte… mas preguiçosos são os que crêem em tal idéia, pois ao esperar de mim algo que eles próprios, como reis e sacerdotes, deveriam fazer os torna passíveis de engano e submete-os às subjetividades de autores que, muitas vezes, não estão tão preocupados com a fidelidade ao Senhor Deus e, antes, preferem agradar os egos humanos.
   Não estou aqui para fundar alguma denominação e muito menos para ter seguidores: meu papel é despertar os cristãos genuínos para a Verdade e, dentro de minhas possibilidades, ensiná-los a raciocinar biblicamente e aplicar a Palavra no seu cotidiano de forma natural e dinâmica.
   Estou discipulando e treinando irmãos capazes de fazer exatamente as mesmas coisas que faço! E maldito seja eu se um dia descobrir que formei um “cristão” que vá passar a vida inteira dependendo de minhas opiniões ou conselhos, incapaz de atuar sozinho em defesa da fé!
   Todo esse raciocínio é importante para que possa responder ao seguinte comentário para “Legião de Energúmenos”:
   Bento XVI pediu que a Igreja dos EUA seja capaz de “cultivar uma cultura intelectual genuinamente católica, confiante na harmonia profunda entre fé e razão, e preparada para levar a riqueza da visão da fé no contato com as questões urgentes que concernem ao futuro da sociedade americana”.
   O Papa recebeu esta manhã, em audiência, os superiores, alunos e ex-alunos do Pontifício Colégio Norte-americano, por ocasião dos 150 de sua fundação.
   No discurso aos cerca de 550 presentes, Bento XVI recordou a sua viagem apostólica aos EUA, realizada em Abril de 2008, e louvou o compromisso do Colégio que, passados 150 anos de sua fundação, continua a formar “pastores sábios e generosos".
   O Papa recordou que foi Pio IX quem quis, em 1859, a fundação do Pontifício Colégio Norte-americano, e reiterou que, à distância de um século e meio de sua instituição, o Colégio “permaneceu fiel à sua visão de fundação”, ou seja, “formar louváveis pregadores do Evangelho e ministros dos sacramentos, devotos ao Sucessor de Pedro e comprometidos com a construção da Igreja nos EUA”.

8 de jan de 2010

Assombroso

   Já se imaginaram encontrando um irmão gêmeo que passou a vida inteira longe?
   Foi exatamente essa a sensação que tive ao ouvir três mídias do Youtube e nunca imaginei que fosse encontrar alguém com um discurso tão alinhado, tão coerente, tão… eu!
   Conforme ia ouvindo aquelas palavras, ia me impressionando porque realmente a linha de raciocínio, o método de exposição e até mesmo as experiências relatadas são extremamente análogas às minhas e, sinceramente, nunca imaginei que isso pudesse ocorrer.
   Tudo isso só ocorreu por causa de um comentário chegado na última postagem, perguntando se fora eu quem gravara uma série de áudios no Youtube e, por curiosidade, resolvi ir olhar… convido-os a fazer o mesmo:

5 de jan de 2010

Lugar Comum (Parte 2)

MultidoDominada[1]
    Sei muito bem que há um certo risco em fazer postagens com continuação, pois muita gente pode não ter lido o início da história e deixar de compreender integralmente o assunto em questão. Se faz necessária a leitura da primeira parte dessa minissérie, porém, antes de prosseguir apresentando as mensagens da postagem anterior, gostaria de apresentar e responder um pequenino, porém assaz reflexivo, comentário que recebi ainda sobre “Raízes Apodrecidas”:
   Sou membra de uma Igreja Batista e tenho certeza que o Pastor não concorda com a maçonaria. Acho que você não pode generalizar a todas Igrejas Batistas.
   Muito me alegra receber informações sobre estes derradeiros bastiões, cada vez mais raros e, muito possivelmente, ainda capazes de discipular verdadeiros cristãos!
   O problema é que ocorrências como essas infelizmente se tornaram exceções à regra, pois a finitude do ser humano garante a corrupção do conteúdo original: enquanto este pastor se levanta contra a maçonaria, algum jovem seminarista — talvez o próprio filho dele — está sendo instruído com psicologismos, humanismos e tantos outros “ismos” que existem maliciosamente por aí e que são quesitos obrigatórios no currículo dos pastores profissionais.
   A qualquer momento a “modernidade” acaba dando um jeito de contaminar estas instituições: seja por um simpático e bem intencionado pastor substituto, seja por alguma “idéia genial” para renovar o velho sistema… quem viver verá que muito em breve será apresentada até como ordem governamental!
   E também existe a possibilidade desse pastor até não concordar com a maçonaria, mas estar de acordo com os “propósitos”, com a prosperidade, com tantas outras coisas discordantes da Palavra…
   Dessa forma, caso essa instituição religiosa passe por todos esses “coadores”, então, minha irmã, aproveite essa preciosa benção que recebeu e congregue fielmente enquanto ali se mantiver o culto racional!
   Lamento apenas o fato de não haver se identificado melhor e nem ter dito em que cidade se encontra, pois é muito comum que as pessoas venham me pedir indicações de denominações e instituições religiosas que possam freqüentar… veja um exemplo:

3 de jan de 2010

Lugar Comum (Parte 1)

ochefe[1]    Na época em que transitei da infância para a adolescência foi lançada uma música que, literalmente, me “pegou” tanto por causa do solo de guitarra quanto pelo dueto vocal apresentado pelo quase gutural Guilherme Isnard (Grupo “Zero”…) e o eterno “resfolega-suspira” Paulo Ricardo. O título da canção era “Agora Eu Sei” e sua letra começava dizendo assim:
   “Há muito tempo eu ouvi dizer que um homem vinha pra nos mostrar que todo mundo é bom e que ninguém é tão ruim.
   O tempo voa e agora eu sei que só quiseram me enganar: tem gente boa que me fez sofrer, tem gente boa que me faz chorar!
   Agora eu sei e posso te contar: NÃO ACREDITE SE OUVIR TAMBÉM que alguém te ama e sem você não consegue viver...”
   Não tenho noção de quantas vezes executei esse rock em dueto de voz e violões com meu irmão, mas chegou um dia em que parei para refletir sobre a letra e imaginei que o tal homem que veio mostrar que “todo mundo é bom” provavelmente era o Senhor Jesus Cristo e que, de acordo com a letra da música, Sua missão teria sido um completo fracasso…
   É claro que isso me deixou chocado, pois a óbvia intenção de confrontar e desmerecer os planos do Senhor Deus para a humanidade era (na época) algo por demais herético para minha inocente realidade.
   O tempo voa e agora eu sei que, desconsiderando o caráter romântico-erótico que também pode ser compreendido através desta letra (e principalmente pelo videoclipe original), sem dúvida há latente intenção de ridicularizar o evangelho através dos ensinamentos que o autor passa após ter aprendido com tanto “sofrimento”. Agora eu sei e posso te contar onde está o grande e verdadeiro erro de toda essa história que pode enganar a maioria dos ouvintes desatentos.