29 de dez de 2010

O TEXTO ABAIXO FOI ESCRITO SOB PERSPECTIVA ESTRITAMENTE BÍBLICA,
PARA O PÚBLICO QUE TEM NA BÍBLIA SUA REGRA DE FÉ E VIDA.

QUAISQUER OUTRAS OBRAS OU CITAÇÕES SERÃO APENAS CONSIDERADAS COMO "OBJETO A SER ANALISADO".
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E foi-se 2010… e esta será a penúltima (e relativamente longa) postagem desse ano.
Agora paro e reflito sobre tudo o que aprendi e tentei expressar ao ler as mensagens enviadas por alguns leitores: muitas delas remetem diretamente a textos publicados anteriormente e me permitem o autoquestionamento, a reavaliação e, daí, a correção ou a reafirmação. No final das contas, a sentimento restante é algo entre a frustração de não ter sido plenamente compreendido e a alegria do aperfeiçoamento constante no manuseio da Palavra de Deus.
Um bom exemplo são as mensagens enviadas por aqueles que buscam pretexto para justificar um tipo de submissão inquestionável (e até mesmo irracional) a algum outro ser humano… sob pretexto de “estar sob autoridade”.
Apresento aqui a continuação do comentário feito por Ian Salgado na postagem “Urnas Biométricas: A Farsa Continua”:
Entendo, bom queria dar um pequeno testemunho:
Eu já fui um “sem igreja”, por que fui convertido no meio de ímpios sem ninguém para pagar um preço para me consolidar, mas eu me mantive em oração, mesmo andando em pecado por não conhecer a Palavra plenamente. Continuava orando e resistia pisar numa igreja por causa da maledicência que paira na boca do mundo.
Mas através de oração, Deus me deu uma amiga serva, que tem uma igreja maravilhosa onde eu congrego hoje em dia e posso dizer que é essencial congregar, é essencial estar debaixo de autoridade, por que quem quer ser rei e executar o plano de Deus nessa vida, tem que primeiro ser servo, como Jesus foi.
Ter alguém que tenha mais experiência, tanto na Palavra quanto na vida, para dar conselhos cheios do Espírito Santo é essencial: você sabe que o coração é mais enganoso que todas as coisas!
A ovelha que não atende ao chamado do pastor é considerada rebelde e, quando fica desgarrada das outras, é preza fácil de lobos.
Este mundo jaz no maligno e quem for ovelha e passear por ele, estando desgarrado, é presa fácil.
Irmãos que leem isso, lembrem de Samuel que, numa época sem Palavra de Deus na boca dos sacerdotes, foi fiel aos seus líderes e à obra de Deus, e Deus o viu como amigo d’Ele: quem não consegue servir a quem vê, como quer ser usado por quem não se vê?
É Chegado o Reino de Deus e reinos são compostos por hierarquias! Abram os olhos e vejam! Perguntem para Deus: Deus como é que funciona? O que o Senhor quer para mim?
Quem anda pelos seus sonhos e pela sua própria força, não é digno de Jesus!
E, Teóphilo, que Deus abra as portas do céu na sua vida financeira em nome de Jesus Cristo, o nazareno!
E que, mais que isso, te encha cada dia mais do seu entendimento, pois nada mais importa nesse mundo do que a presença de Deus nas nossas vidas: Obedecer , servir , honrar = SER FIÉL.
Shalom Adonai!
Sinceramente eu gostei do Ian (tanto que nem coloquei seu texto em vermelho!), mas, tendo a certeza de que minha resposta não vai agrada-lo nem um pouco, decidi solicitar as passagens bíblicas sobre as quais fundamenta seu apaixonado discurso acerca das autoridades e recebi a seguinte complementação:
A paz do Senhor seja contigo,
“Cada qual seja submisso às autoridades constituídas, porque não há autoridade que não venha de Deus; as que existem foram instituídas por Deus. Assim, aquele que resiste à autoridade, opõe-se à ordem estabelecida por Deus; e os que a ela se opõem, atraem sobre si a condenação. Em verdade, as autoridades inspiram temor, não porém a quem pratica o bem, e sim a quem faz o mal! Queres não ter o que temer a autoridade? Faze o bem e terás o seu louvor. Porque ela é instrumento de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, porque não é sem razão que leva a espada: é ministro de Deus, para fazer justiça e para exercer a ira contra aquele que pratica o mal. Também por essa razão que pagais os impostos, pois os magistrados são ministros de Deus, quando exercem pontualmente esse ofício. Pagai a cada um o que lhe compete: o imposto, a quem deveis o imposto; o tributo, a quem deveis o tributo; o temor e o respeito, a quem deveis o temor e o respeito. A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, a não ser o amor recíproco; porque aquele que ama o seu próximo cumpriu toda a lei. (Romanos 13: 1-7)
Analise o versículo 4, por que as autoridades são para o nosso BEM, pois são usadas por Deus! Quem está ensinando ai é Paulo!
Deus estabeleceu ORDEM, um REINO, hierarquias a serem respeitadas e cumpridas, tanto no governo quanto na igreja, como em qualquer lugar: até no reino animal se vê claramente quem é o líder do bando (manada, matilha ou o que for) a quem os outros se submetem.
Não estou querendo afrontar ninguém, só falar o que o Espirito Santo me diz para falar, pois Deus te ama e está me usando pra te falar isso!
Jesus Cristo sempre foi submisso, até antes do seu ministério! Ele, com doze anos, já pregava pros sábios e dava um baile neles, mas veja o que fala aqui, após sua mãe o encontrar:
"Em seguida, desceu com eles a Nazaré e lhes era submisso. Sua mãe guardava todas estas coisas no seu coração." (Lucas 2:51)
Quem é autoridade para uma criança? Seu pai e mãe, ele era submisso, mesmo sabendo que era filho de Deus, baixou a cabeça e foi.
Quando Jesus foi mandado ao Deserto (após o batismo) sua autoridade lá já era diretamente Deus, e foi tentando a desrespeita-lo pelo diabo, mas resistiu! Não esqueça que ele era homem e tinha as mesmas dificuldades que nós, mas foi fiel.
Paulo já era profundo conhecedor da lei dos profetas e do torá e cresceu entre os fariseus.
Quando Jesus o escolhe, nós vemos diversas passagens onde ele lembra do que já tinha aprendido, agora com os olhos de Cristo põe em pratica, até que é curado e batizado e veja aqui o que fala em Atos 9:
"Logo lhe caíram dos olhos como que umas escamas, e recuperou a vista; e, levantando-se, foi batizado. E, tendo comido, ficou confortado. E esteve Saulo alguns dias com os discípulos que estavam em Damasco"
Ou seja foi buscar conhecimento com os discípulos
"E logo nas sinagogas pregava a Cristo, que este é o Filho de Deus."
Mesmo assim, os discípulos ainda o temiam por sua fama antiga, mas veja ai quando entra a autoridade na vida de Paulo, aquele que o ensinou, o ajudou, pagou um preço pela vida dele, pra consolida-lo.
“E, quando Saulo chegou a Jerusalém, procurava ajuntar-se aos discípulos, mas todos o temiam, não crendo que fosse discípulo. Então Barnabé, tomando-o consigo, o trouxe aos apóstolos, e lhes contou como no caminho ele vira ao Senhor e lhe falara, e como em Damasco falara ousadamente no nome de Jesus” (Atos 9: 26-27)
Veja como Barnabé, aonde ia, queria ter Paulo por perto, estava fazendo dele seu discípulo:
“E partiu Barnabé para Tarso, a buscar Saulo; e, achando-o, o conduziu para Antioquia. E sucedeu que todo um ano se reuniram naquela igreja, e ensinaram muita gente; e em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos” (Atos 11:25-26)
No começo da caminhada de Paulo, nós vemos nas passagens “Barnabé e Saulo” (ou Paulo), dando a entender que Barnabé estava à frente de Paulo (Atos 11:30 / Atos 12:25 / Atos 13:2). Ou seja: aonde Barnabé ia, Paulo, como seu discípulo, estava lá!
Ele tanto estava aprendendo que, em todas essas passagens, ele é referido como Saulo, ou seja, o velho homem, o homem que ainda tem um caminho pela frente.
Então Paulo começa a aprender e ter destaque e, a partir de Atos 13 (quando já vemos “Paulo e Barnabé”), vemos a divisão deles. Só então Paulo toma Silas por discípulo (Atos 15:40) e passa a ser líder.
Então as autoridades que Deus põe nas nossas vidas são para nos testar, para nos ensinar, para nos moldar… e a Bíblia está repleta de exemplos.
Fico feliz em servir, em quebrar meu orgulho, em ajudar os outros, em servir até mesmo quem não me faz o bem. E quanto mais eu me prostro, mais as pessoas me tratam com respeito, tanto quem me conhece, quanto quem não me conhece, pois Deus anda com você, e começa a te dar ordens diretas quando ele vê obediência.
E e as outras pessoas enxergam isso em você mesmo sem querer: enxergam que você é cheio do Espírito!
Eu não estou falando aqui que é só isso, mas isso é parte de ser cristão e Deus nos honra nessa área também
Procuro melhorar a cada dia, pois considero estar no início da minha caminhada, de modo que em todas as áreas a cada dia eu quero estar melhor e é esse desafio que me move: o desafio de ser quebrantado e buscar a Deus em primeiro lugar.
Quero nunca pensar que já sei tudo, pois quando eu era uma criança lia a bíblia e não entendia muito, agora já entendo mais e, lá na frente, vou entender mais ainda… mas até lá quero poder contar com quem já estudou, quem já viveu, com a “multidão dos conselheiros” para encontrar as palavras sábias.
Bom, este é o jeito que eu vivo em Cristo: uma vida de vitória em meio das lutas. Amém!
Espero que você faça proveito desse estudo.
Que Deus te abençoe tremendamente!
Pois é Ian, realmente seu estudo me levou a uma grande reflexão que acabou consolidando ainda mais minha posição em relação ao quesito “autoridade”… você já leu “Os Avestruzes e Os Idólatras Gospel”? E “O Evangelho do Telhado de Vidro”? Acho que não, mas vou tentar aqui uma outra abordagem sobre esse mesmo tema.
Em primeiro lugar eu não sei de qual versão da Bíblia você tirou a passagem de Romanos 13:1-7, mas, conforme sua recomendação, busquei e atentei ao quarto verso e apenas a ele vou transcrever da ACF agora:
“Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que faz o mal.” (Romanos 13:4)
Ora, fica bem claro que o ministro (ou potestade ou autoridade…) apenas exerce tal papel sob a mão do Senhor Deus enquanto o faz no sentido de praticar o bem! A partir do momento em que este é subvertido em seus próprios “poderes” e passa a praticar qualquer coisa que não seja o bem, devemos (assim como os bereanos de Atos 7:11) seguir algumas importantes recomendações bíblicas:
“Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça.” (João 7:24)
“Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais.” (1 Coríntios 5:11)
Veja que de forma alguma estou condenando a todas as autoridades, mas temos de estar conscientes de que a vida cristã tem fases e todas as suas citações apenas confirmam isso.
No início de nossa vida é óbvia a dependência das autoridades e isto fica bem claro na seguinte passagem:
“Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas. E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo, Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.” (Efésios 4:10-14)
Então, como cristão genuíno, posso notar bem que o objetivo das autoridades acima mencionadas não é a manutenção da submissão a elas pelo período integral de nossas vidas, porém antes é o aperfeiçoamento e a formação de novas autoridades exatamente da mesma medida que elas próprias, ou seja, que todos cheguemos a uma desejada “unidade na fé”.
Sua citação de Samuel, o sacerdote, foi providencial, pois na época veterotestamentária da Lei eram necessários vários procedimentos que foram abolidos com a instauração da graça como, por exemplo, o “Óleo de Unção”. Eram necessárias, inclusive, duas figuras distintas para equilibrar o governo: o rei e o sacerdote!
Ambos deveriam ser ungidos e um lastrearia o ministério do outro. Diante de João 7:39 posso afirmar que nenhum deles possuía o Espírito Santo habitando em si, assim como garanto que a responsabilidade de um cristão genuíno é infinitamente maior que a de ambos, veja:
“E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém.” (Apocalipse 1:5-6)
Poderíamos dizer que nosso papel aglutina AMBAS as funções, ou seja, cada cristão genuíno e repleto do Espírito Santo é, ao mesmo tempo, rei E sacerdote, ou seja, está disposto a ser exortado tanto quanto assume a responsabilidade de exortar!
Isso implica também na responsabilidade de estar atento e reconhecer quando alguma autoridade perde sua razão, a partir de onde deverá agir conforme as muitas recomendações bíblicas das quais citarei apenas duas:
“Não aceites acusação contra o presbítero, senão com duas ou três testemunhas. Aos que pecarem, repreende-os na presença de todos, para que também os outros tenham temor.” (1 Timóteo 5:19-20)
“Fiel é a palavra, e isto quero que deveras afirmes, para que os que creem em Deus procurem aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens. Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas, e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs. Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o, Sabendo que esse tal está pervertido, e peca, estando já em si mesmo condenado.” (Tito 3:8-11)
Infalível é apenas O Senhor Deus! Qualquer um que dessa forma trate algum outro homem ou qualquer outro homem que dessa forma se imagine é, para começo de conversa, idólatra ou ególatra. Portanto se sua liderança está praticando alguma forma de mal (desde simples deturpação até as graves heresias) e ainda assim você permanecer aceitando esta forma de submissão irracional achando que isso será honrado ou abençoado por Deus… é melhor saber o seguinte:
“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo! Ai dos que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos! Ai dos que são poderosos para beber vinho, e homens de poder para misturar bebida forte; Dos que justificam ao ímpio por suborno, e aos justos negam a justiça! Por isso, como a língua de fogo consome a palha, e o restolho se desfaz pela chama, assim será a sua raiz como podridão, e a sua flor se esvaecerá como pó; porquanto rejeitaram a lei do SENHOR dos Exércitos, e desprezaram a palavra do Santo de Israel.” (Isaías 5:20-24)
Essa é uma daquelas passagens que está no Antigo Testamento, mas pode ser aplicada amplamente a qualquer um.
Seguir uma “autoridade” apenas porque se imagina (sem que se justifique bíblica e plenamente) que ela seja uma autoridade é pura e simplesmente ter medo de assumir suas responsabilidades para com Deus, assim como aqueles que agem dessa forma não passam de elementos ativos na instauração da apostasia.
Querido Ian, o seu conceito natural de hierarquia, inclusive a citação do reino animal, é muito lógico aos olhos carnais, porém é o Espírito Santo (que você afirma estar lhe falando) quem atua nos cristãos, na causa e no momento certo: a igreja não é uma tribo israelita e quem ensina hoje pode estar muito bem aprendendo amanhã!
É claro que existem homens aos quais a vivência forneceu maior bagagem e capacidade para instruir e edificar a outros irmãos, mas estes não buscam com avidez o peso de glória sobre seus nomes aqui nesta terra… exatamente ao contrário de como agem os “grandes líderes” da atualidade.

Aliás, no início desse meu ministério houve um episódio que me marcou bastante e acabou envolvendo a questão “autoridade” e o homem que então se chamava “Daniel Mastral”. Eu ainda não tinha a firmeza na Palavra que só se ganha com o tempo e o estudo, por isso pode ser detectado algum “vacilo” em meu discurso.
Vem chegando a hora em que vou ter de atuar mais abertamente e, para esclarecer em definitivo uma das questões que guardei durante todo esse tempo, publico agora, na íntegra, as comunicações que mantive com ele naquela época:
Amados Daniel Mastral e equipe,
Após divulgar análise sobre o seminário nível 1 e seus livros em meu site em alguns grupos do Yahoo (Espada do Espírito, Crer é também pensar), foram gerados alguns comentários de volta. Dentre eles a informação contida no final do texto contido em:
Tais informações, além de desagradáveis, não estão em concordância com sua mensagem.
Mantenho minha opinião inicial, divulgada em meu site, sobre tudo o que sei de você. Porém creio que (como você mesmo disse) se o Senhor tem testificado que já é hora de deixar de se ocultar sob esses pseudônimos, então aja de maneira que essas notícias caiam por terra antes mesmo de sequer riscar a imagem do servo do Senhor que tens apresentado ser.
Eu, minha esposa, minha equipe… todos nós nos preocupamos bastante contigo e houve um fato importante em seu seminário que nos fez ver a possibilidade dessa informação ter partido da irmandade: você realmente se disse chamar Marcelo e sua esposa, Cynthia (além de que o nome dela está completo na conta corrente... por isso a grafia correta).
Se a informação acima contém parte da verdade, divulgue-a inteira... extinga o fogo antes de começar!
O nome acima é um mistério, pois mesmo em buscas pela web não é citado em nenhum outro local: pesquisas no Google e no Altavista não apontam nenhuma outra ocorrência de “Marcelo Agostinho Ferreira” em nenhuma outra página além dessa, assim como “Cynthia Gonçalves Rosa Lotti” só é encontrada em
uma página sobre a turma do 3º ano colegial em 1986…
Não sei se você já havia sido avisado sobre isto, não sei o que fará e não vou escrever mais nada sobre o assunto: nem no site e nem a você.
Se houver alguma informação que eu possa divulgar, assim o farei, desde que ela proceda de seu próprio punho ou venha através de sua equipe.
Perdoe-me por tomar seu tempo.
Teóphilo Noturno
Oi Teóphilo,
Sou o editor do livro Filho do Fogo e o Daniel Mastral não me pediu para lhe escrever. Diga-se de passagem, ele nem sabe que estou escrevendo, por isto estou enviando uma cópia para ele. Como convivo bem de perto com ele, resolvi lhe falar algumas coisas que eu mesmo vi na vida deste rapaz.
Não sou seu defensor, pois não tenho este papel. Só quero lhe dizer que achei seus ataques sem nexo. Certamente o Daniel tem muitos defeitos, eu mesmo conheço alguns, assim como ele conhece alguns dos meus, mas estes que você cita, são um falso testemunho.
Como editor do livro, eu mesmo tenho sido alvo de telefonemas anônimos e agressões via e-mail, como a sua.
Tenho em meu computador inúmeros testemunhos de pessoas que escreveram relatando a grande bênção que estes livros têm sido para suas vidas. Muitos se converteram a Jesus, saíram das trevas para a luz. Muitos cristãos mornos foram aquecidos e outros renovaram seu compromisso com o Pai.
Seu nome parece trazer uma contradição ou uma revelação: Amigo de Deus, mas noturno, isto é coisa das trevas. Deus se manifesta à luz do dia.
Seguindo seu próprio raciocínio, se você for realmente discípulo de Cristo, certamente não se esconderá por detrás de um codinome. Acho, porém justa a precaução, assim como a precaução do Daniel. Eu oro para que Deus proteja a minha casa, mas mantenho-a sempre fechada.
Suas acusações nem sequer têm provas testemunhais, quanto mais provas documentais. Parecem extremamente levianas.
Quanto à mãe dele, de vez em quando me encontro com o Daniel, sua mãe e seu filho e parecem estar numa boa entre eles. A menos que eu seja totalmente idiota a ponto de não perceber nada, mas ao que me consta, este adjetivo não se aplicaria a mim.
O verdadeiro nome dele eu sei assim como a igreja dele e vários pastores. Ele fala em seu próprio livro que este nome não é o verdadeiro.
Portanto, considero suas afirmações, verdadeiros chutes.
Se ele quisesse lhe prejudicar, teria encontrado facilmente seu verdadeiro nome e endereço. Seria mais honesto e corajoso você se apresentar. A você, seja lá qual for a sua procedência religiosa, não podemos ficar devendo nada a não ser o amor. Se, porém, estiver mentindo deliberadamente, como realmente parece, cuidado, você está brincando com Deus. Não é uma ameaça, é uma advertência amorosa, pois devemos considerar a bondade e a severidade de Deus.
Me parece que não é exatamente ele quem está com a mentira.
Shalom, Pastor Ubirajara!
Creio que houve algum tipo de confusão, pois eu não estou atacando Daniel de forma alguma!!!
Eu apoiei e indiquei o seminário de Daniel e, por causa disso, me enviaram estas informações que julguei tão estranhas que preferi envia-las a vocês!
Não se preocupe quanto a meu pseudônimo, pois o Daniel sabe o meu nome verdadeiro… pode perguntar a ele!
Fiquei bastante desgostoso, alarmado e muito preocupado com seus conselhos a mim como se eu fosse o atacante e, por isso, estou enviando essa resposta imediata tanto a você quanto ao Daniel!
Não esperava ser mal interpretado, mas peço que releia o e-mail que enviei, assim como o artigo que divulguei em meu site: se achar alguma acusação ao ministério de Daniel, por favor, me fale que eu irei retira-la e pedir desculpas publicamente!
Gostei de vê-lo defendendo Daniel e, se desejar, posso publicar o texto em meu site. Me coloco a sua inteira disposição.
Repetindo: eu definitivamente não sou o anônimo que escreveu aquelas coisas! Meu objetivo é alertar sobre o que foi lançado na internet sobre ele.
Desculpe o incômodo e obrigado pela atenção.
Que Deus o abençoe.
Teóphilo Noturno
Oi Teóphilo
Tudo bem. Me perdoe a precipitação. Se quiser, pode publicar.
O amor de Jesus é maravilhoso
Visite o site: www.editoranaos.com.br
Dica de livro: "Passado X Presente, a maior batalha da sua vida"
Editora Naós - (11) XXXX XXXX
Ubirajara Crespo
Aqui terminou meu breve e inesperado contato com o pastor Ubirajara Crespo que, hoje, ao fazer uma fria análise e sabendo que o verdadeiro nome de Daniel Mastral e sua esposa já foram amplamente divulgados, mostra que o mesmo foi capaz de aplicar técnicas de despistamento e dissimulação ao, numa tentativa de descarte, classificar algumas informações contidas em meu e-mail como “chute”. Não eu, mas há quem diga que o pecado da mentira é semelhante ao da omissão…
Há cinco anos recebo os mais diversos tipos de mensagem: questionamentos, acusações… e tenho a paz de me esforçar para responde-las a todas sempre diante da Palavra de Deus. Por esse motivo fico ainda mais chocado ao reler as palavras que recebi diretamente de Daniel Mastral a cinco anos atrás, às quais intercalarei as respostas que registrei na época e meus comentários atuais:
Shalom,
Mais uma vez venho a escrever para você.
Tenho achado estranho algumas atitudes suas.
Eu te conheço, assim como a minha esposa também o conhece, sempre o respeitamos e te demos a maior atenção, mas creio que teremos que parar por aqui.
Fiquei muito chateado com você, pelo fato de você ter mandado uma série de perguntas e eu pelo telefone pedi para o Daniel responder uma por uma e transcrevi. Isso levou tempo…
Tempo que poderíamos ter dedicado a outro assunto. E mesmo assim você continua com os questionamentos.
Mas vamos lá… você pega algo que esta na internet a um tempo, onde nós já demos o nosso posicionamento em nosso site (texto: “convocação”) e isso vai ser melhor relatado no novo livro.
Eu não sabia que o texto apresentado já lhes era conhecido, mesmo tendo lido sua “convocação”. Desculpem se não compreendi, pois não vi relação direta entre a convocação e o terrível texto com o qual também fui atacado por indicar positivamente o seminário de Daniel.
As primeiras respostas que me foram enviadas foram ótimas e, se você não leu, serviram como base para indicação tanto do seminário quanto dos livros (veja em meu site), portanto se você considera isto uma perda de tempo saiba que julgamos essa atenção um ato sincero e esclarecedor, a ponto de divulgarmos publicamente, visando demonstrar a atenção dispensada pelo seu ministério.
Se estiver sendo tolo, por favor, mostre-me onde está este erro.
Repito: minha intenção ao enviar o texto que encontrei não foi concordar ou denunciar algo contra Daniel, porém alerta-lo (e a vocês) de algo que eu descobri sendo divulgado e julguei incorreto. Releia o e-mail e veja…
Hoje, após tantas provas de sua “idoneidade” para com as pessoas (principalmente aquelas que “carinhosamente” figuraram como personagens de seus livros) e após saber o quanto lhes agrada a ostentação proporcionada pelo vil metal… não consigo deixar de imaginar a que tipo de assuntos vocês poderiam estar dedicando seu tempo.
As necessidades de uma vida normal não são motivos para fazer joguinho de “culpa pela (suposta) perda de tempo” com um cristão que está apenas buscando a verdade e, pior ainda, tinha a sincera intenção de colaborar: tenho cinco anos de respostas dadas para servir como lastro!
Mas você pega estas acusações sem fundamento e repassa para o pastor do Rio de Janeiro onde você esteve no seminário e diz que tem duvidas para tirar com ele a respeito do seminário… quais são as dúvidas!!!!????????
Acho estranho!
O primeiro e-mail (contendo as questões) enviado ao presbítero Cléber não é posterior às respostas, e sim simultâneo, portanto, não havia ainda recebido-as. Após recebe-las fiz questão de apresenta-las a ele também, novamente como prova de sua atenção... O que há de estranho nisso?
Meu contato com este presbítero iniciou-se pouco tempo (dois meses) antes do seminário e julguei-o equilibrado para discutir questões desse nível. Ninguém melhor do que ele mesmo para atestar o que afirmo aqui.
Se o mantenho informado destas comunicações é porque sei que ele também está tão interessado em apoiar seu ministério quanto eu e minha equipe.
Nenhum outro pastor foi envolvido.
Resumindo: na época eu ainda não havia compreendido meu próprio papel como autoridade diante da Palavra de Deus e, dada a incompetência testificada do homem que ainda chamava de “meu pastor”, acreditava que poderia encontrar alguma autoridade humana decente para me auxiliar nas questões espirituais… como se a Bíblia não me bastasse.
Você foi no seminário em São José dos Campos e mesmo o Daniel avisando que não abriria para plenário, você levantou a mão e fez questões para ele no meio do seminário, e ele gentilmente te respondeu, lembrando que em cinco anos de ministério nunca ninguém fez isso!
Não sabia disso… Minha questão foi sincera e fundamentada no desejo de identificar os causadores da derrocada da igreja que eu até a pouco tempo atrás frequentava.
No conteúdo programático do seminário nível 2 estavam previstos tais esclarecimentos (como identificar um satanista em sua igreja)... Só por isso eu perguntei.
Se causei constrangimento, mais uma vez peço perdão.
Enquanto um genuíno servo de Deus se alegra em responder questões que possam colaborar com a edificação dos irmãos, temos aqui o exemplo de um que se incomoda de ser questionado por não cumprir o que ele próprio prometeu no programa de um seminário pago…
Fora a questão espiritual, responder sobre a ausência dos tópicos seria, no mínimo, demonstrar respeito pelas leis de defesa do consumidor.
Posso afirmar que uma de minhas maiores felicidades é usar a Palavra de Deus para responder perguntas sinceras… de graça!
Sempre te demos atenção e liberdade para perguntar o que queria.
Você nos mandou já acusações com relação a Ana Méndez, contra a Neuza Itioka...e nós nos mantemos no direito de não responder a suas acusações, ou melhor, suspeitas!!!!!
Eu não envio suspeitas: leia o livro de Ana Méndez e veja nas páginas citadas se os assuntos aos quais me refiro não estão lá…
Assim como eu sempre repito que o Daniel (em seus seminários) é 100% bíblico, afirmo sem medo que neste livro há profundas heresias.
Agora, por outro lado, se você dedicar um pouco de tempo a possibilidade de ler meu último texto, verá que elogio Neuza por sua capacidade de arrependimento… Mas ela mesma não cometeu nenhum engano herético.
Minha preocupação com ela é pelo fato de ela estar em concordância com uma pessoa que divulga tais coisas.
Me impressiono em como eu era tolo de não ter enxergado até então o absurdo e a ignomínia dos “atos proféticos”: apenas o estuda da Bíblia através dos anos é capaz de nos ensinar a discernir o que é 100% bíblico… e hoje posso afirmar que tanto Daniel Mastral quanto Neuza Itioka estão muito longe da pregação do autêntico evangelho!
Agora sou eu que te pergunto, (e cita meu nome verdadeiro):
Qual é o nome do seu pastor?
Qual o nome de sua igreja?
Qual o telefone da mesma?
Quem é a sua cobertura?
Meu pastor até a pouco tempo atrás era o JBS, da IBM, em Campo Grande, no Rio de Janeiro. Porém, conforme você mesmo menciona em seu seminário, estou buscando uma "arca menos vazada"!
Novamente, se você for verificar os textos em meu site, busque "É Carnaval", que é uma análise de "Uma Vida com Propósitos" e, mais recentemente, junto às boas referências ao seu ministério, as duras críticas que faço à tal dimensão das águias, às doutrinas sem fundamento, ao não arrependimento dos líderes… Tudo isso tem a ver!
Aliás, creio que mandei a vocês uma cópia da carta pessoal que enviei a meu pastor, já que ele nunca tinha tempo de falar comigo… Vocês chegaram a ler?
Pois uma de minhas maiores preocupações é justamente estar sem uma igreja fixa (e, olhe as perguntas que fiz… Uma delas é justamente relacionada a este assunto!).
Minha cobertura de oração é feita pelo pastor Márcio e sua esposa, por um casal da igreja de onde saí, dos meus familiares e, por enquanto, têm sido assim.
Isso tudo não soou bastante ameaçador? Não deu a entender que ele iria ligar para minha igreja e fazer queixa de mim ao meu pastor?
Será que eu seria “espiritualmente suspenso”? O pastor iria jogar algum tipo de maldição punitiva em minha vida pelo fato de eu estar buscando a verdade na Palavra de Deus?! Hoje vejo que o único papel dessas “autoridades” capengas é meter medo em quem não tem coragem de viver pela fé… e fé genuína obtida através do estudo e conhecimento da Palavra de Deus.
Esse, com certeza, é um caminho estreito, doloroso e, humanamente falando, bastante desagradável… principalmente pelo fato de que a busca pela Verdade acaba implicando em discordar de algumas pessoas e desagradar completamente a outras: querer servir ao Senhor Deus em Espírito e em Verdade acaba nos deixando poucos amigos verdadeiros, mas os poucos irmãos que encontramos são, sem dúvida, a melhor cobertura de oração que existe.
Veja o exemplo das testemunhas enviadas pelo próprio Deus e citadas em Apocalipse 11: serão tão odiadas que, após sua morte, as pessoas vão criar até um novo Natal! Se sou apenas xingado por alguns… ainda estou muito fraco.
“Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, E a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.” (Romanos 5:1-5)
Desculpe estar tratando com você desta forma, mas me sinto no direito de interroga-lo também, já que é assim que você tem feito sempre conosco.
O que você tem mais a saber com relação ao seminário?
Pois no último e-mail que você nos mandou , você deixou bem claro que se o Daniel não te respondesse, você poderia tirar suas próprias conclusões e colocar em seu site…
O senso comum da equipe foi de que o seminário foi excelente, e (como eu disse no e-mail a vocês, mas não repeti no site) minha vontade era simples e diretamente a recomendação veemente tanto dos livros quanto dos seminários.
E creio que perguntar assuntos bíblicos não chega a ser uma ofensa… ou é?
Como eu poderia agir assim se haviam essas pequenas dúvidas?
Veja bem: nunca foram, em momento algum, acusações! São simplesmente dúvidas que foram esclarecidas num tempo ótimo, dentro do que Deus havia posto em meu coração. Nunca imaginei que você julgou este trabalho como perda de tempo… Perdão por isso.
Infelizmente hoje já não posso recomendar com a mesma veemência os seminários desse autor, principalmente pelo fato de estimular alguns comportamentos rejudaizantes.
Uma nota curiosa é que da tal “ minha equipe” que mencionei, duas pessoas eram familiares do pastor da igreja da qual fiz parte e, seduzidas pelo auxílio financeiro direto, não hesitaram em me tratar como anátema assim que puderam. Foram se envolvendo nessa pseudo “batalha espiritual” que escraviza cristãos com esoterismo maligno e transformam aqueles que deveriam ser crentes na genuína legião de energúmenos!
Será que assim que devemos fazer com as pessoas?!?
Onde esta o amor que você diz ter pelo Daniel e Ministério?
Repassando e-mails, ligando para os pastores, perguntando!?!?
Quero que você seja claro comigo.
Este e-mail não tem caráter ofensivo, mas sim, como você mesmo colocou no e-mail anterior, é uma forma direta e fácil de ser respondido.
No aguardo.
Que Deus o abençoe
André (ASSESSOR)
Quero concluir dizendo que, ao apoiar e recomendar Daniel Mastral, parece que me tornei um alvo em potencial: não apenas as pessoas dos fóruns passaram a discordar de minha posição e me atacar não só com o texto acima citado, mas com outros ainda, mas fui "espetado" pelo pastor Ubirajara e agora você me toma como se eu estivesse jogando no time contrário…
Meu erro foi não ter lido os esclarecimentos sobre o assunto no site do seu ministério e julgado que meus alertas seriam de algum auxílio preventivo.
Novamente digo: se em algum momento prejudiquei-os de alguma forma, não é nem nunca foi minha intenção. Se os fiz perder tempo, novamente perdão. Se houver alguma coisa que eu não esteja compreendendo… É só dizer que não me furtarei de pedir perdão.
Agora, sinceramente, estou assustado por tudo isso e, conforme suas próprias palavras no início desta mensagem, creio que teremos de parar por aqui: não pretendo ser pedra de tropeço para ninguém! Não gosto de ser incômodo… e creio que minha equipe me apoiará nessa decisão que agora (05/07/2005, às 00:37) tomo.
Se nossas orações e sincero interesse em seu ministério geraram tanta confusão e desentendimento, é porque alguém ficou incomodado… e creio que isso tudo não tem sido gerado apenas no plano material.
Não temos medo do combate contra as forças do mal e nem estamos abandonado nossa intercessão por vocês covardemente, como muitas das pessoas citadas no livro…
Diante de Deus coloco que nunca mais irei incomoda-los, esperando que ele os abençoe proteja e guie.
Atenciosamente
Teóphilo Noturno
Essa foi realmente a última vez que me dirigi a Daniel Mastral e sua equipe… se bem que ao reler esta mensagem fiquei sem entender se foi o próprio (se passando por “assessor”) ou foi mesmo o assessor quem me respondeu…
Também achei bem engraçada a pergunta acerca de “meu amor” por Daniel e seu ministério… será que eles não conhecem a Bíblia?! Vou citar apenas duas passagens:
“Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo, Que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele. Por isso exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis.” (1 Tessalonicenses 5:9-11)
“Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo. Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado.” (Hebreus 3:12-13)
“Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos.” (Hebreus 12:6-8)
Nessa comunicação temos uma prova cabal de que esse ministério se julga inquestionável e age de forma soberba… afinal, a menção de “perder seu precioso tempo” foi antipática o suficiente para provar isto (principalmente pelo fato de que sequer foi considerada a possibilidade de que eu também estaria perdendo meu tempo com ele!).
Admito que já amei mais a esse homem e seu ministério, mas hoje o coloco na mesma prateleira dos cães gulosos citados em Isaías 56: 10-12 quando os gentios (animais do campo e dos bosques) são mencionados. Aliás, por falar em cães, estes costumam rosnar para o dono e os amigos apenas quando estão protegendo algo que não querem perder. O que seria este “prato de ração” do qual cheguei tão perto que tive de ser enxotado?
Da forma que é narrada nos livros, fica parecendo que são eternas vítimas, mas esse comportamento áspero e inamistoso explica facilmente o motivo pelo qual sempre as pessoas acabavam afastando-se deles: sem dúvida esse comportamento repelente é indício de que pode haver algo errado oculto sob esse manto de santidade…
O início de meu ministério foi marcado por esse fato entre outros, mas nunca girou ao redor dele: antes busquei centra-lo na verdade expressa na Bíblia!
Agora (infelizmente) até já me acostumei, mas, na época, me assustava ao encontrar gente agindo fora dessa verdade e, pior ainda, até mesmo indo contra ela! Minha felicidade por ter encontrado alguém que parecia estar alinhado com isso foi tanta que decidi apoiar, sustentar com oração e indicar... talvez não devesse comentar isso, mas eu e minha esposa gostamos tanto da mensagem que inclusive contribuímos financeiramente para esse ministério!
Não menciono isto para me gloriar, porém apenas para que tenham ideia do tamanho da decepção que, desde o início de tudo, me acometeu em relação aos “líderes” e às “autoridades”: o tempo só fez ampliar e solidificar a certeza da fraqueza humana!

CROT01Esta exposição e tudo o que escrevi no decorrer dos anos me permite afirmar que apesar de não desrespeitar as autoridades civis, aprendi a reconhecer como autoridade única e suprema em minha vida o Senhor Jesus Cristo, cuja vontade é expressa apenas através de Sua Palavra, conhecida como Bíblia: diante dela e somente dela aceito qualquer exortação. Fora dela ou contra ela, nem mesmo as leis governamentais me obrigarão a agir.
É claro que existem homens com os quais posso aprender e ser edificado. Um deles, chamado Mario Persona, publica textos muito interessantes e, sem que nunca tenhamos sequer nos visto, nele descubro grande concordância. Sobre este mesmo tema, autoridade, gostaria de complementar indicando um de seus textos, assim como um outro sobre obediência incondicional.
Ao mencionar acima os “grandes líderes da atualidade”, sou remetido a uma segunda resposta necessária. Desta vez a Edson Lopes, que também fez comentários a mesma postagem que o Ian, porém vou deixar esta resposta para a próxima que, inevitavelmente, será a última postagem deste ano!
O Senhor Deus continue protegendo e abençoando àqueles que O amam e desejam servir!
LINK CURTO PARA ESTA POSTAGEM
http://bit.ly/autoridades

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