3 de jan de 2010

Lugar Comum (Parte 1)

O TEXTO ABAIXO FOI ESCRITO SOB PERSPECTIVA ESTRITAMENTE BÍBLICA,
PARA O PÚBLICO QUE TEM NA BÍBLIA SUA REGRA DE FÉ E VIDA.

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ochefe[1]    Na época em que transitei da infância para a adolescência foi lançada uma música que, literalmente, me “pegou” tanto por causa do solo de guitarra quanto pelo dueto vocal apresentado pelo quase gutural Guilherme Isnard (Grupo “Zero”…) e o eterno “resfolega-suspira” Paulo Ricardo. O título da canção era “Agora Eu Sei” e sua letra começava dizendo assim:
   “Há muito tempo eu ouvi dizer que um homem vinha pra nos mostrar que todo mundo é bom e que ninguém é tão ruim.
   O tempo voa e agora eu sei que só quiseram me enganar: tem gente boa que me fez sofrer, tem gente boa que me faz chorar!
   Agora eu sei e posso te contar: NÃO ACREDITE SE OUVIR TAMBÉM que alguém te ama e sem você não consegue viver...”
   Não tenho noção de quantas vezes executei esse rock em dueto de voz e violões com meu irmão, mas chegou um dia em que parei para refletir sobre a letra e imaginei que o tal homem que veio mostrar que “todo mundo é bom” provavelmente era o Senhor Jesus Cristo e que, de acordo com a letra da música, Sua missão teria sido um completo fracasso…
   É claro que isso me deixou chocado, pois a óbvia intenção de confrontar e desmerecer os planos do Senhor Deus para a humanidade era (na época) algo por demais herético para minha inocente realidade.
   O tempo voa e agora eu sei que, desconsiderando o caráter romântico-erótico que também pode ser compreendido através desta letra (e principalmente pelo videoclipe original), sem dúvida há latente intenção de ridicularizar o evangelho através dos ensinamentos que o autor passa após ter aprendido com tanto “sofrimento”. Agora eu sei e posso te contar onde está o grande e verdadeiro erro de toda essa história que pode enganar a maioria dos ouvintes desatentos.

   Porém, antes de concluir sobre a música, gostaria de apresentar algumas mensagens, relacionadas ao Senhor Deus, que recebi: entre elas uma de alguém que rejeita categoricamente Sua existência e outra de alguém que quer encontrar um local para servi-lO. Vejamos a primeira, que é um comentário enviado no dia 22/12 para a postagem “Raízes Apodrecidas”:
   Se Deus realmente existe, onde Ele está? Por que não aparece?
   O que Deus estava fazendo quando milhares de crianças judias estavam sendo "torradas" nos fornos crematórios de Auchiwitz, Treblinka e Sobibor? Será que Ele estava nas nuvens ouvindo os cânticos dos anjos e os seus arpejos? Por que "Jeová" ou "Iahvé", como é conhecido pelos judeus, não interveio na história e impediu o holocausto?
   Por que Deus permitiu que o médico nazista Mengele injetasse anilina nos olhos das crianças judias?
   Eu tenho milhares de perguntas que gostaria de formular para Deus, mas Ele nunca as responderá! E sabem porque? Pela simples razão de que Ele não existe! É claro como água.
   Se, por uma hipótese, admitíssemos a sua existência, com todas as características que a teologia cristã lhe atribui (onipotência, onisciência e onipresença), teríamos que admitir que Ele é deveras incompetente, pois deixa de usar os seus superpoderes para permitir a maldade humana!
   Mas prefiro ficar com a idéia de que Ele simplesmente não existe, ou seja, Deus é uma criação do homem, assim como um personagem de um romance!
ROBERTO TEIXEIRA SOARES FILHO - PRESIDENTE PRUDENTE/SP
   Antigamente, muito antes da graça inaugurada pelo Senhor Deus através de Seu Filho Jesus Cristo, havia realmente uma postura mais… digamos… “pró-ativa” da parte do Criador do universo em relação à humanidade. Vejamos alguns exemplos:
   “E os filhos de Arão, Nadabe e Abiú, tomaram cada um o seu incensário e puseram neles fogo, e colocaram incenso sobre ele, e ofereceram fogo estranho perante o SENHOR, o que não lhes ordenara. Então saiu fogo de diante do SENHOR e os consumiu; e morreram perante o SENHOR. E disse Moisés a Arão: Isto é o que o SENHOR falou, dizendo: Serei santificado naqueles que se chegarem a mim, e serei glorificado diante de todo o povo. Porém Arão calou-se. E Moisés chamou a Misael e a Elzafã, filhos de Uziel, tio de Arão, e disse-lhes: Chegai, levai a vossos irmãos de diante do santuário, para fora do arraial.” (Levítico 10:1-4)
   “Mas Siom, rei de Hesbom, não nos quis deixar passar por sua terra, porquanto o SENHOR teu Deus endurecera o seu espírito, e fizera obstinado o seu coração para to dar na tua mão, como hoje se vê. E o SENHOR me disse: Eis aqui, tenho começado a dar-te Siom, e a sua terra; começa, pois, a possuí-la para que herdes a sua terra. E Siom saiu-nos ao encontro, ele e todo o seu povo, à peleja, em Jaza; E o SENHOR nosso Deus no-lo entregou, e o ferimos a ele, e a seus filhos, e a todo o seu povo. E naquele tempo tomamos todas as suas cidades, e cada uma destruímos com os seus homens, mulheres e crianças; não deixamos a ninguém.” (Deuteronômio 2:30-34)
   “E também o SENHOR nosso Deus nos deu na nossa mão a Ogue, rei de Basã, e a todo o seu povo; de maneira que o ferimos até que não lhe ficou sobrevivente algum. E naquele tempo tomamos todas as suas cidades; nenhuma cidade houve que lhes não tomássemos; sessenta cidades, toda a região de Argobe, o reino de Ogue em Basã. Todas estas cidades eram fortificadas com altos muros, portas e ferrolhos; e muitas outras cidades sem muros. E destruímo-las como fizemos a Siom, rei de Hesbom, destruindo todas as cidades, homens, mulheres e crianças.” (Deuteronômio 3:3-6)
   “E os homens da cidade disseram a Eliseu: Eis que é boa a situação desta cidade, como o meu senhor vê; porém as águas são más, e a terra é estéril. E ele disse: Trazei-me um prato novo, e ponde nele sal. E lho trouxeram. Então saiu ele ao manancial das águas, e deitou sal nele; e disse: Assim diz o SENHOR: Sararei a estas águas; e não haverá mais nelas morte nem esterilidade. Ficaram, pois, sãs aquelas águas, até ao dia de hoje, conforme a palavra que Eliseu tinha falado. Então subiu dali a Betel; e, subindo ele pelo caminho, uns meninos saíram da cidade, e zombavam dele, e diziam-lhe: Sobe, calvo; sobe, calvo! E, virando-se ele para trás, os viu, e os amaldiçoou no nome do SENHOR; então duas ursas saíram do bosque, e despedaçaram quarenta e dois daqueles meninos. E dali foi para o monte Carmelo de onde voltou para Samaria.” (2 Reis 2:19-25)
   Quando o Senhor Deus fazia prevalecer Sua vontade as coisas sem dúvida pareciam bem mais definitivas para qualquer um que deturpasse Seus mandamentos ou estivesse atrapalhando Suas intenções ou até mesmo atentasse contra os profetas que enviava… só que conforme a humanidade crescia e o próprio povo de Deus se miscigenava e corrompia, por amor, as coisas foram “amolecendo” a ponto de que vários absurdos chegassem a ocorrer “impunemente”. Tenho quase a certeza de que após o impressionante exemplo de Ananias e Safira o Senhor Deus parece ter suspendido o regime de julgamento imediato.
   (Aqui cabe uma reflexão: é engraçado que o Senhor Deus tenha acabado com os “milagres” de morte e mantido apenas os milagres “bonzinhos”… não seria lógico ou manter todos ou acabar com todos? Deus mudou? Virou Papai Noel? Gênio da Lâmpada?!)
   Desse período para cá, nesses dois mil anos de história, o ser humano vem cada vez mais se achando o senhor absoluto deste mundo e, a cada dia, inventa uma nova forma de ir mais longe em suas afrontas ao Senhor Deus e seus preceitos… afinal, se ninguém mais é fulminado instantaneamente por ser homossexual ou satanista ou pregador de mentiras… então esse ser supremo não deve existir mesmo!
   Deus não agiu e nem vai agir como super-herói justiceiro simplesmente porque entregou a humanidade às suas concupiscências e desatinos. Se existiram e existem coisas como os horrores nazistas, o terrorismo e outros absurdos, a culpa não é do Senhor Deus, porém pertence integralmente aos seres humanos que, infelizmente, só vão piorar a cada dia que passa! Tudo isso está registrado na Bíblia e não há volta, pois o Senhor Deus é, antes de qualquer coisa, fiel à Sua própria Palavra!
   Não será você com seus questionamentos humanistas e míopes ante a grandiosidade do Criador que vão fazê-lO mudar seus desígnios para este mundo. Um aviso: cuidado incrédulo, pois você julga sobre si e seus conhecimentos muito mais do que deveria!

   Outra pessoa também se dirigiu a mim, por e-mail, no mês passado com a clássica abordagem em defesa dos afogados que, aliás, são também agora aliados da satânica vênus platinada. Apresento-lhes o primeiro par de diálogos de uma série de mensagens trocadas:
   Por que você se empenha tanto em difamar um trabalho maravilhoso como o da igreja batista da lagoinha e do diante do trono?
   Você conhece tudo o que eles fazem? Todas as obras? O trabalho na Índia? Já pensou em quantas pessoas tiveram suas vidas transformadas por intermédio do trabalho deles?
   Gostaria de entender a real finalidade de seu site.
   Procurei dar uma resposta em verdade, mas principalmente em amor:
   Você está vendo as obras sociais, mas não consegue visualizar a deturpação do evangelho genuíno.
   Difamar é falar mentiras, exortar é comparar os atos praticados com o único parâmetro válido para julgamento de QUALQUER ser humano, a Bíblia. Tenho a total tranqüilidade de afirmar que NUNCA DIFAMEI e sequer falei mal de ninguém.
   Salvar vidas e afastá-las da Verdade é condená-las à morte eterna! Me importa muito mais a salvação eterna.
   Essas "vidas transformadas" às quais se refere... podem (sem dúvida) ser casas limpas e arrumadas, mas os frutos que apresentam não têm sido os do Espírito, porém obras altamente questionáveis.
   Não sei que matérias você tem lido, mas recomendo: Seu Melhor... É O Que Deus Quer?, Legião de EnergúmenosO Evangelho do Telhado de VidroGuerra Aos PentecostaisO Mundo dos Mortos-VivosOs Netos de Deus…  São textos sem ligação direta com nada batista ou da Lagoinha, mas que apresentam fatos que estão acometendo todos os que atualmente pensam ser evangélicos.
   Espero que leia, compare com a Bíblia, reflita e, se for verdadeiramente tocado pelo Espírito Santo, pode se dirigir sem medo a mim, pois meu ministério é baseado apenas na Verdade e NUNCA em agradar às susceptibilidades humanas: pouco me importam opiniões, antes se destaca o conhecimento e a aplicação da Palavra de Deus.
   Você pode até ficar incomodado com o que digo, mas até hoje não apareceu ninguém para REFUTAR BIBLICAMENTE cada exposição apresentada... ou seja, tenho dito apenas a verdade.
   Se tiver o que acrescentar ou refutar biblicamente, fique inteiramente à vontade para escrever novamente. O Senhor Deus te abençoe com saúde, sabedoria e discernimento.
   Acha que podemos chamar de frutos quando uma pessoa que estava afundada no crack matando roubando e violentando passa a deixar de fazer tudo isso e retoma sua vida social passando inclusive a ajudar outras pessoas?
   Não quero me alongar em discussões, acho bastante desagradável, respeito as opiniões sem necessariamente precisar concordar com elas OK?
   Das tantas que você disse sobre o grupo diante do trono gostaria de debater apenas uma: Você fez uma comparação a respeito de Ana Paula chamar Deus de paizinho,disse que é como se fosse uma criança mimada.... puxa você não acha possível termos um relacionamento com Deus dessa forma carinhosa?
   Acha errado chamarmos Deus de paizinho? Acha desrespeitoso? Se seu filho lhe chamar de paizinho você brigará com ele? Pois para mim foi essa a intenção dela, se colocar o mais intimo possível de nosso senhor. ABA ou pai, ela apenas acrescentou o diminutivo como uma menção de carinho, de intimidade de um filho para com seu pai. Abraço.
   Tirar alguém do vício é muito bom e elogiável, porém esta NÃO É A PRINCIPAL FUNÇÃO DO EVANGELHO!!! Para isso existem muitas obras sociais de diversas origens (inclusive espíritas) e de forma alguma podemos confundir ações sociais com a obra do Senhor Deus, senão muito em breve estaremos convencidos que a LBV também é uma forma evangelística.
   A partir do momento que nos propomos a PREGAR O EVANGELHO, temos que levar isso a sério e de forma distinta, de maneira que haja clara separação entre o que é comum (secular) e o que é sagrado.
   Quanto à questão do "paizinho"... você acha que os apóstolos não tinham intimidade com Deus? Com certeza tinham e, mesmo assim, na Bíblia inteira podemos ver que todas as demonstrações de afeto para com o Senhor foram coerentes e maduras. O próprio Senhor Jesus Cristo nos ensina que se quisermos ter nossa real intimidade com o Pai:
E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. (Mateus 6:5-7)
   Se ela, em sua intimidade, chama a Deus de paizinho... o problema é todo dela! O espírito que a direciona a fazer isso é o mesmo que a mandou rastejar no chão e fazer uma música para satanás, por exemplo.
   A questão começa quando ela resolve fazer isso não apenas de forma pública, mas tornar isso o centro de um espetáculo de forma que exerça influência sobre multidões de mentes despreparadas para se defender, que acham que o aspecto afetivo transcende as recomendações bíblicas: estamos no tempo da graça, mas você acha que pode se dirigir (ainda mais publicamente) ao Criador dos céus e da terra da forma que lhe convier?
   Há algo muito humano e completamente fora da Bíblia ocorrendo nesse quadro.
   Falo com amor e dentro da Palavra de Deus e, de forma alguma estou o desrespeitando em suas convicções, porém seria melhor que se esforçasse para compreender melhor a Palavra ao lê-la do que ao seguir (e defender) ídolos que já se esqueceram do temor devido ao Senhor.
   O Senhor te dê sabedoria e discernimento, pois vontade eu já percebi que tem!
   Houveram novas mensagens desta e de outras pessoas que, para não alongar esta postagem por demais, estão inclusas na próxima postagem desta minissérie que deveria ter fechado o ano de 2009.

   Para concluir o assunto de abertura. sobre a música que aparentemente quer inutilizar o objetivo da vinda do Senhor Jesus Cristo a este mundo, peço que leiam novamente a premissa sobre a qual toda a idéia foi baseada:
   “Há muito tempo eu ouvi dizer que um homem vinha pra nos mostrar que todo mundo é bom e que ninguém é tão ruim.”
   Depois de muitos anos pensando nisso como algo grave, encontrei na Bíblia algo que me não deveria, mas me surpreendeu:
   “E eis que, aproximando-se dele um jovem, disse-lhe: Bom Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna? E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos.” (Mateus 19:16-17)
   “E Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom senão um, que é Deus.” (Marcos 10:18)
   Ora, se o Senhor Jesus Cristo, ao contrário do que diz a música, afirma que não há sequer uma pessoa boa… sobre quem o autor estaria falando? Sem dúvida não pode ser sobre o Mestre dos Mestres e, sendo assim, a letra dessa música perde todo o impacto (já que nunca teve valor mesmo!).
   Na verdade, esse é mais um método de escarnecer do evangelho: atribuindo-lhe propriedades que não estão realmente nele e, depois disso, tornando-as erradas e até mesmo maléficas. Assim caminha a humanidade…
   É por estas e outras coisas que ando bastante desanimado em ficar expondo a verdade para pessoas que não querem sinceramente conhecê-la, antes querem uma “fórmula mágica” que os torne facilmente felizes neste mundo e, de quebra ainda os conduza para a vida eterna e, ainda por cima, se tudo der errado, querem alguém para poder culpar!
   Continuo falando sobre o assunto na próxima postagem e que o Senhor nos sustente até lá!

4 comentários:

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