2 de dez de 2009

Coisas Estranhas…

O TEXTO ABAIXO FOI ESCRITO SOB PERSPECTIVA ESTRITAMENTE BÍBLICA,
PARA O PÚBLICO QUE TEM NA BÍBLIA SUA REGRA DE FÉ E VIDA.

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02122009721[1]    Não sou perfeito e digo isso sem o menor temor de “sujar” minha imagem… aliás, agradeço muito a Deus por cada uma das vezes que me flagro cometendo algum ato falho e tenho a oportunidade de refletir sobre aquilo e tentar mudar minha atitude.
   Essa madrugada mesmo acabou de acontecer algo muito incomum: o telefone tocou e, apesar de possuir identificador de chamadas, o número de quem ligava não foi identificado (apareceu uma série de números “1”). Era uma ligação à cobrar onde, inicialmente, um homem pediu desculpas e pediu para falar com minha filha…
   Mas… EU NÃO TENHO FILHA!!!
   Ainda meio adormecido preferi desligar imediatamente, porém a ideia de que aquela chamada fosse um possível engano se desfez quando o telefone voltou a tocar com o número novamente não identificado e, dessa vez, a voz do homem era sussurrada e falava obscenidades terríveis!
   Me perdoem os mais puros, mas meu sangue ferveu e respondi com alguns nomes feios, desliguei novamente e deixei o fone fora do gancho para não mais ser perturbado… só que meu sono se foi e decidi vir olhar como andam as coisas aqui no mundo virtual.
   Fora o fato do assédio sofrido através no Orkut por quem me empresta a conta bancária, perpetrado por um anônimo que criou um perfil apenas para fazer ameaças.
   Ambos os episódios ocorrendo quase que simultaneamente me remetem aos ataques simultâneos que recebi pouco antes de me mudar e, sem dúvida, a proximidade do ano eleitoral pode ter muito a ver com tudo isso.
   Coincidência ou não, no dia anterior fiz contato com alguém de São Paulo através de celular e mesmo com a função “não enviar identificação” ativa, a pessoa pode visualizar meu número e me telefonar de volta…
   De forma alguma quero acusar um irmão inocente, mas a sequência dos fatos me permite pensar que (no mínimo) os telefones que utilizo receberam algum tipo de interceptação eletrônica, fato que não é incomum nos dias atuais, principalmente para agentes políticos que possam estar tentando defender seus candidatos: sem dúvida deve ser muito fácil descobrir todos os dados de uma pessoa a partir do número de seu celular… até o número do telefone fixo!
   A ideia que me ocorreu é que esse movimento possa estar sendo organizado não apenas por meros políticos “gospel” cuja verdadeira podridão porventura esteja sendo revelada em algum de meus textos, mas diretamente por “precursores” e “facilitadores” do governante final deste planeta que muito em breve deve estar se revelando ao mundo: ATUALMENTE TODOS OS GOVERNOS DO MUNDO SÃO INFLUENCIADOS E ATÉ MESMO CONTROLADOS POR SATANISTAS.
   De qualquer forma tenho plena certeza de que serão necessárias algumas medidas de prevenção a partir de agora:
   Como o principal tema de meus textos não sou eu, sinto o direcionamento para que não mais entre em contato telefônico com nenhuma pessoa. Não tenho nada a falar que não possa ser escrito. É um procedimento antipático, mas pode garantir minha sobrevivência por um pouco mais de tempo.
   Vou providenciar uma nova conta para receber doações: nunca quis e nem quero causar problemas a pessoas amistosas e de boa vontade.l
   Vou aprimorar minha ideia sobre o grande risco do voto biométrico, a farsa da democracia onde o voto é obrigatório e intensificar o movimento pelo direito RELIGIOSO de não votar mais (continuo precisando de um bom advogado que abrace a causa…).
   Vou controlar melhor meus pensamentos e meus lábios, pois mesmo diante das obscenidades que ouvi creio que responder “no mesmo nível” não pode ser correto para um verdadeiro ministro do Senhor Deus. Se gravaram minhas palavras no intuito de, futuramente, me desmoralizar com algum tipo de edição de áudio… o procedimento de não fazer novos contatos acaba com essa ideia.
   O mais engraçado de tudo é que estou quietinho aqui no meu canto, no momento bem mais atarefado em arrumar armários do que em revelar a apostasia… nem pretendia escrever nada até acabar com essa bagunça!
   De qualquer forma vou publicar um texto que recebi ontem do psicólogo e mestrando em Ciências da Religião, Julio César, de São Paulo:
SEGUNDAS E REAIS INTENÇÕES
   Uma estratégia relativamente eficaz para esvaziar uma denúncia é por em xeque a idoneidade do denunciante. Assim como para fugir de responder objetivamente a uma crítica e ter ameaçada a segurança intelectual e emocional, é desqualificar o crítico, levantar suspeitas sobre suas reais intenções.
   Os políticos usam recorrentemente esse expediente. Quando Pedro Collor denunciou a participação do irmão, o então presidente, Fernando Collor, num esquema de corrupção capitaneado por PC Farias, a tropa de choque collorida o acusou de agir movido uma inveja doentia do irmão e de estar com problemas psiquiátricos. E ainda indagou ironicamente aos opositores se eles comprariam um carro usado por Pedro. Quando o então motorista de Collor, Eriberto França, foi a CPI confirmar os depósitos que PC fazia na conta da secretária particular do presidente, Ana Acioli, o então deputado governista Roberto Jefferson, indagou se ele agia apenas por patriotismo, insinuando claramente que ele estava sendo bem pago para isso. O motorista oportunista respondeu ao deputado se ele achava pouco.
   Catorze anos depois Francenildo, o caseiro de uma mansão em Brasília que denunciou que o então ministro da Fazenda, Antônio Palocci frequentava o local na companhia de seus ex-assessores na prefeitura de Ribeirão Preto e de empresários que participavam juntos com ele de um esquema de cobrança de propina, teve o seu sigilo bancário quebrado ilegalmente. A quebra foi uma tentativa evidente de desmoralizar o depoimento do caseiro, tentando provar que ele agia conforme o Roberto Jefferson achava que o Eriberto agia.
   Recentemente o ex-presidente Fernando Henrique escreveu um artigo “Para onde vamos?” no qual (des) qualifica o presidente Lula de “DNA do autoritarismo”, acusando-o de “minar o espírito da democracia constitucional”. Lula não rebateu ao conteúdo do texto apenas disse que FHC é um “poço de mágoa”. Em outras palavras, eu não vou perder tempo em rebater a crítica, trata-se apenas de uma peça fabricada por um coração ressentido.
   Desde sexta-feira a mídia tem veiculado vídeos e áudios coletados pela Polícia Federal, através da Operação Caixa de Pandora, que mostram o governador do Distrito Federal, recebendo maços de dinheiro extorquido de empresas fornecedoras do Estado para o pagamento de sua base aliada. Os documentos remontam à época que ele era deputado federal e candidato a governador pelo PFL, atual DEM. O senador potiguar e correligionário de Arruda, José Agripino, deu uma resposta que não saiu da linha. Disse que achava estranho que as denúncias viessem à tona em ano pré-eleitoral.
   Interessa-me, sim, saber se Pedro Collor tinha inveja do irmão e se só o denunciou por que teve os seus negócios jornalísticos ameaçados pela concorrência de PC. Se Eriberto e Francenildo receberam dinheiro para depor, embora nada justifique uma quebra de sigilo ilegal. Se o FHC é um poço de mágoa e tem inveja de Lula. Eu particularmente acho que o Lula tem uma certa razão. Conquanto, eu tenha uma leve preferência administrativa no todo por FHC, considero Lula bem mais inteligente politicamente do que ele. A altíssima popularidade de Lula, para mim, surpreendeu, incomoda e desperta os baixos instintos do vaidoso tucano. E também me interessa saber se é por acaso que a denúncia contra Arruda veio a luz em ano pré-eleitoral e se não há seletividade partidária no rigor da Polícia Federal.
   Considero relevante, sim, saber as segundas e reais intenções de uma crítica e de uma denúncia. O que a motivou e a serviço de quem estão. A política é um jogo maroto e rasteiro, em que, via de regra, seus atores, da direita à esquerda, não são movidos por fome e sede de justiça, mas por fome e sede de poder e glória, e atuam segundo a máxima, “aos amigos tudo, aos inimigos a lei”. Fazer esses questionamentos é vital para não tornar críticos e denunciantes em heróis e exemplos de moralidade e de patriotismo, como se costuma fazer no Brasil. O Roberto Jefferson, por exemplo, em 2005, no auge da crise do mensalão, foi tratado por muita gente como um herói nacional, exemplo de coragem.
   Muitas vezes o denunciador tem uma ficha criminal mais extensa que o denunciado, e quem critica, faz uma crítica que não tem autoridade moral de fazer, que serve mais a ele. Este é o problema de grande parte da oposição ao governo federal e razão da sua relevância e de seu crédito baixos para o povo.
   Todavia, segundas e reais intenções, não devem ser usadas para impedir investigações e pré-absolver ninguém, nem para desconsiderar uma crítica. O que verdade é verdade, e o que é mentira é mentira, independente da boca de quem profere. Segundas e reais intenções devem ser usadas para mostrar as coisas como elas são, de que existem muitas trevas e pouca luz, para não nos enganarmos com simplificações maniqueístas e conspiratórias, mas não para distorcer a verdade. Paciência, a verdade é por nós e contra nós, entrega a todos, embora nem todos queiram se entregar a ela, e aqui se inclui demos, tucanos, peemedebistas, estrelas vermelhas e seus satélites.
   Carisma, biografia e êxitos administrativos não podem servir de álibis para ninguém. Que a Justiça julgue com objetividade e imparcialidade, e a população faça o julgamento político nas urnas, ciente que não há nada tão ruim que não possa ser piorado.
   Sem a menor sombra de dúvida, em um país onde o presidente afirma que “Jesus teria de fazer aliança com Judas” não há espaço nem para a decência secular, quanto mais para o genuíno comportamento de alguém que se esforça para ser um cristão bíblico…
   Que o Senhor Deus nos proteja e abençoe.

5 comentários:

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